1
de
outubro
Há coisa de uma semana, quando Robinho fez o bate e volta ao Brasil para anunciar o fim da parceria com o empresário Vágner Ribeiro e que daqui para frente sua carreira será administrada por seu pai, Gilvan Souza, indaguei se ficaria melhor a emenda que o soneto.
Lembrei que, exceto casos raríssimos, ninguém melhor do que o pai para cuidar dos negócios de um filho que precisa se concentrar em jogar futebol. Mas que não sabia se Gilvan de Souza, uma pessoa simples, nada afeita a grandes contratos em idiomas que não domina, daria conta de tão complexo recado.
A resposta é não. Mas parece que a solução já havia sido encontrada. Orientando e assistindo, para ser bem delicado, a Gilvan de Souza, estará o agente Fifa, ligado a tantos jogadores, inclusive do mesmo Manchester City de Robinho, Giuliano Bertolucci.
Simples, não?
1
de
outubro
Em entrevista ao Diário de São Paulo, Wanderley Luxemburgo disse ser mesmo um grande técnico, como muitos, com razão, afirmam. E foi além, dizendo que:
Se a seleção brasileira tivesse vencido Camarões, em Sidney-2000, ele teria sido campeão olímpico e também ganharia o mundial de 2002.
Lendo, deixei de lado aquela velha verdade de que o "se" não entra em campo, não joga futebol, nem faz subir ou baixar as cotações nas Bolsas de Valores, para apenas dizer que Luxemburgo fala demais.
E, com a capacidade que tem para prever o futuro, pedir para que ele, bom amigo, me mande o números da Mega sena para o sorteio de sábado. Prometo dar ao mago 50% da bolada.
1
de
outubro
Em boa hora, há alguns dias, e já não era sem tempo, o Tribunal de Costas da União criticou os gastos feitos pelo Comitê Olímpico Brasileiro para realizar os Jogos Pan-americanos de 2007, no Rio.
O TCU considerou um exagero inexplicável que o envolvimento finandeiro do Governo Federal, inicialmente calculado em 95 milhões tenha saltado para 1.800 bilhão. e que o arrecadado com a iniciativa privada não tenha aparecido. Por fim, o TCU deu 30 dias para que os responsáveis prestem contas e apresentem justificativas.
Tudo nos conformes, mas nada resolvido. Agora vem a informação de que o Comitê Olímpico Internacional vai considerar os custos com o Pan para a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
Com tantos desencontros nasinformações e nos números, não apenas a violência e as carências que tem a cidade e que merecem prioridade para serem resolvidas, atrapalharão o sonho do COB.
Se Deus é mesmo brasileiro…