Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

2

de
outubro

Na Suécia dirigentes são condenados

Tribunal da Suécia condenou dois ex-dirigentes do IFK Goteborg, Jan Nilsson e Matts Person, a penas 15 e 18 meses de prisão, respectivamente, por esconderem valores na transferência de dois jogadores.

 

O demorado processo começou em 2003.

 

Aqui no Brasil não tem disso não. 

2

de
outubro

Brasil irresistível

Depois de enfiar 11 no Japão, a seleção brasileira massacrou Salomão, 21-0, no Mundial de Futsal, disputado no Rio e em Brasília.

 

Grande vantagem, o goleiro de Salomão não abre as mãos nem para pegar a bola.

 

Falando sério, o presidente da CBF, membro da Fifa, ligado ao Futsal está propondo que o futebol de campo deixe de ser disputado nas Olimpíadas, já a partir de 2012, Londres, entrando o da bola pesada.

 

Quem sabe assim, né presidente, e isso se a Espanha deixar, o Brasil, finalmente, ganhe a tal medalha de ouro?

2

de
outubro

Bons tempos em que a seleção era a atração

A Secretaria de Turismo do Rio e a CBF bolam atrações para o dia do jogo Brasil x Colômbia, pelas eliminatórias, no Maracanã, tentando evitar vexame igual ao do jogo contra a Bolívia, quando menos de 30 mil torcedores foram ao Engenhão.

 

Entre outras, pensam exibir um filme do Canal 100 no telão do estádio, distribuir camisas da seleção, estadias em hoteis de Búzios e Parati e visita à Tribuna de Honra do estádio.

 

Tribuna de Honra? Interessa ao amigo? Não seria melhor oferecer ingressos a preços juntos?

 

Bons os tempos em que a qualidade da seleção era mais do que bastante para levar multidões aos estádios. Bons tempos…

2

de
outubro

Brincadeira tem hora

Antes foram uns 30, hoje cerca de dez torcedores do Vasco invadiram o campo onde os jogadores treinavam para protestar, o que não faziam no tempo em que Eurico Miranda comandva o clube. Mas uma coisa nada deve ter com a outra.

 

Assim. Estariam de férias e sem saber o quê fazer? Estariam desesperados pela fortuna que perdida na Bolsa de Valores, nos Estados Unidos?

 

Ou é mesmo mais um caso de polícia?

2

de
outubro

Bruno está certo. Goleiro tem de ser “mascarado”

Alguém já disse, e essa não sei quem, que para ser goleiro é preciso ser louco ou …. Frase feita repetida por torcedores. O garoto vai ser goleiro porque não tem bom controle motor e é "expulso" da linha.

 

Tem goleiro que gosta de uniforme discreto, preto, chumbo, uma única cor. Não é voador, não se atira em qualquer bola, prefere fazer defesas com simplicidade. E tem o colorido, aquele que, já podendo vestir diferente dos companheiros, capricha no visual.

 

O gosto no vestir não indica se o goleiro é bom ou frangueiro. Nem, necessariamente, se joga no time dos loucos ou dos… - divisão que também nada tem de verdadeira.

 

Nos tempos de moleque, lá em Miracema, tinha o Dizim, sóbrio, defesas fáceis, uniforme chumbo, quase intransponível no gol do Miracemense.

 

Tinha o Damasceno, magro, alto, elegante, verdadeiro galã, que já naquela época desfilava em roupas coloridas da sua casa, na rua das Flores, até o "estádio" da avenida Carvalho, para lá, no gol do Tupã, revelar-se o maior frangueiro que já vi.

 

E tinha - isso antes de aparecer o Zé Souto - o Mocinho, peito estufado, andar rebolante, mestre-sala nas Escolas de Samba, nada de louco, mas também um grande frangueiro no gol do Esportivo.

 

No futebol profissional, até Raul Plasman vestir a primeira vez uma camisa amarela, não para chamar atenção, mas porque a oficial do Cruzeiro confundia com a do time adversário, muito pouco se via uniforme de goleiro longe do preto e do chumbo.

 

Depois, aproveitando a fama e desafiando as torcidas adversárias que o chamavam de Vanderleia - cantora da Jovem Guarda, sucesso no momento - tentando dizer, erradamente, que ele não era louco, Raul assumiu a amarela.

 

Louco ou …, o que goleiro não pode ser é humilde. Baixar a cabeça quando leva um gol, seja de bola indefensável, seja um grande frango. Goleiro que passa a imagem que se abateu com um gol, aumenta a confiança dos atacantes adversários.

 

Goleiro não falha, os zagueiros é que permitiram ao  atacante chutar bem e desmarcado -  lição ensinada pelo técnico Osvaldo Brandão e assimilada como  ninguém por Êmerson Leão. Que, para não dar a menor chance aos adversários, saía de dedo em riste para cima dos zagueiros, assim que a bola chegava às redes.

 

Na primeira chance que teve na seleção brasileira, Rogério Ceni falhou em um gol e depois, entrevistado, corretamente, disse não ter errado. Parreira não o entendeu e Rogério deixou de ser convocado, privando a seleção de contar com um excelente goleiro.

 

Agora, no Rio, andam pegando no pé de Bruno, bom goleiro do Flamengo, apenas 24 anos, muito futuro, só porque ele, de forma acertada, diz que nunca falha. De tanto insistirem, Bruno, erradamente, passou a admitir que falhou num gol contra o Inter.

 

Não devia, porque goleiro pode tudo - pegar a bola com as mãos, usar uniforme diferente dos demais, ser socorrido em campo, fingir contusão, fazer cera (não exagerada). Só não pode ser bonzinho, humilde. Goleiro humilde vira frangueiro.

 

 

2

de
outubro

Antes ou depois?

Para tirar o time do buraco vale tudo, ainda mais por essas bandas descobertas por Cabral. Banho de sal grosso, despacho na encruzilhada, rezar para os santos.

 

No caso do Vasco, o que parece não saberem, as orações devem ser dirigidas a San Genaro, protetor do líder Palmeiras, que ninguém mais é que São Januário, supostamente também protetor dos cruzmaltinos..

 

Em meio a tantos recursos, o torcedor-cantor Dicró, quer animar os jogadores com uma suculenta feijoada - com ou sem caipirinha? - e show com mulatas.

 

Já que vale tudo, só uma coisa me preocupa: feijoada e mulatas antes ou depois dos jogos?

 

Se antes, a inimiga é a indigestão. Se depois, a tristeza com as derrotas.

 

Sou mais Paulinho da Viola, com todo respeito

2

de
outubro

Valeu a torcida de gremistas, cruzeirenses…

Primeiro, foi o Internacional, que mesmo não conseguindo marcar, em casa, um golzinho no Universidad Catolica, classificou-se para as quartas-de-final da Copa Sul-americana. Vai enfrentar o Boca Juniors, que eliminou a LDU.

 

Depois, foi o Botafogo, que mesmo passando sufoco superou o América de Cali, Colômbia, por 3 a 1 (0 a 1 na primeira), no Engenhão, e vai enfrentar o vencedor de Estudiantes e Arsenal, ambos da Argentina.

 

Por fim o Palmeiras, que mandou para campo um time misto pensando que daria para despachar o supostamente fraco Sport Áncash, do Peru, mas precisou reporçá-lo com dois titulares importantes, Diego Souza e Kléber, para, só no finzinho vencer com um golzinho de Jumar.

 

Os três resultados contaram com a torcida forte de gremistas, cruzeirenses e são-paulinos.

 

Por que tanta torcida, principalmente para que o Palmeiras fosse adiante no torneio, se Luxemburgo vai continuar escalando um time misto?

 

Simples. Porque mesmo poupando alguns titulares outros estarão em campo. E os que não jogarem terão de viajar, o cansa e chateia da mesma forma. Além disso, Luxemburgo estará com as atenções divididas com os dois torneios, mais as contusões e broncas.

 

Sem falar nas horas que gastará para secar Dunga, de olho no comando da seleção brasileira.

 

Se na noite tudo se sabe, no futebol tudo vale. Inclusive secar os adversários às avessas, isto é, torcendo para que se desgastem em outros torneios.

 

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