31
de
outubro
Não existe azar, existem coincidências
A piada é velha, mas como diz o grande cômico Zé Vasconcelos, as piadas velhas são as melhores. A gente começa a rir desde o início e não perde tempo acompanhando seu desenvolvimento.
Falo da brincadeira de presentearem o piloto inglês Lewis Hamilton com uma camisa do Vasco e um gato preto. O Vasco faz péssima campanha no Brasileiro e gato preto, dizem os supersticiosos, dá azar.
Como sempre digo, não existe azar, existe incompetência, imperícia. Lewis está cansado de provar que é competente. E nada diz que este ano ele possa mostrar imperícia como no ano passado.
Se acontecer, será mera coincidência. Como ocorreu em Paul Ricard, na França, em 1973. Eu estava lá por revista e para dar uma misturada entre Fórmula Um e futebol, entreguei ao Êmerson Fittipaldi uma camisa do Corinthians, time pelo qual torce.
Na prova, Êmerson estava em segundo, atrás de Jody Scheckter e podia continuar fazendo uma corrida tranqüila, com segurança, como era sua característica, esperando por um erro do sul-africano, mas decidiu atacá-lo na metade da prova, na entrada da reta e acabou batendo e deixando a corrida.
Depois, incentivado pelo irmão Wilsinho, foi, dedo em riste, criticar o sul-africano, que parecia não ter culpa pela batida, gritando - "you are trogodita…"
Älguma coisa a ver com a camisa do Corinthians, que na época vivia fase ruim igual à do Vasco? Acho que não. Mera coincidência.


Comentário por Felipe Augusto Marcondes — (14:11)
Boa tarde, José Maria de Aquino, queria falar que conciedências existem sim, na minha humilde opnião, mas seu blog tá show, heim? Parabéns, um abraço, Felipe Tricolor
Comentário por Zé Maria — (23:02)
Obrigadão, Felipe, pelos elogios. Faço força para merecê-los. E, também acho que coincidências existem sim. Sorte e azar, não. Sorte é resultado de trabalho, estudo etc. Azar é irmão gêmeo da preguiça. Abrs.
Comentário por Pedro Galuchi — (19:53)
Meu coração corinthiano nem pestanejou.
Termos um são paulino campeão da Fórmula Um?
Castigo vem a cavalos, Felipe!
Fittipaldi e Senna se diziam corinthianos.
Jorginho ajudava a dar um empurrãozinho.
Está certo que o Rubinho nem empurrando.
Tenho certeza que milhares de sofridos corinthianos torceram para ele ficar com o gostinho de campeão.
O mesmo prazer que ele disse que sentiu no ano passado quando fomos rebaixados.
Oh! Pé frio, hein?
E ainda fazem piada com o Rubinho.
Como será o Kit Massa?
Quase que o futuro “sir” fura na última corrida novamente.
Só que Jorginho, padroeiro do Manto, acumula cargo como padroeiro da Inglaterra e estava de olho, desta vez.
Comentário por Zé Maria — (21:40)
Pôö, mano Pedro, você não acha que antes de sãopaulino o Massa é brasileiro? Uma chance para o rapaz, mano. abrs.Volte sempre.