22
de
novembro
Uma data para se guardar no fundo da alma
Os inimigos andam dizendo que esta tarde o Corinthians vai jogar, este ano, pela primeira vez contra um time da série A, referindo-se ao Avaí. Não sou corintiano, mas se fosse responderia apenas com um sorriso.
Deixaria que eles falassem o quanto quisessem, porque hoje, 22 de novembro, é dia de festa. É data para se guardar no fundo da alma e comemorar sempre, a cada ano.
Uma data histórica, que vai se juntar a tantaso outras, como a de Mike Tyson, que nesse dia venceu Travor Berbick e se tornou, aos 20 anos, o boxer mais jovem a conquistar o título mundial dos pesados, em todos os tempos.
Data em que o Líbano tornou-se independente da França, em 1943. Em que nasceu o estadista francês Charles De Gaulle. Em que Vasco da Gama tornou-se o primeiro europeu a navegar pelo Cabo da Boa Esperança, em 1497.
E em que foi assinado o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, em 1963.
Data para o corintiano lavar a alma, afogar as mágoas, se ainda existirem algumas, cantar pelas ruas, mostrar que voltou não apenas para ficar, mas para ganhar.
Por que um dia o Timão chegará no Japão.


Comentário por gilberto maluf — (8:34)
Para registro: nos anos 70 o jornalista Jose Maria de Aquino fazia reportagens/matérias/artigos do Corinthians no JT e o mais inocente dos corintianos juraria que ele era corintiano. Entre eles, eu!
Quanto a ir ao Japão, quem viver, verá.
Abs
Gilberto
Comentário por Zé Maria — (11:05)
Pois é, Gilberto, quando se escreve sobre o Corinthians e acham que o autor é corintiano; uando escreve sobre o Flamengo e acham que é rubro-negro; quando se escreve sobre o Palmeiras, e acham que é palmeirense, significa dizer que se é isento. Que o amor depositado no trabalho tem a ver com a profissão e não com o clube. Meu time é o Miracemense, licenciado na Liga local por falta de comandante, desde que Jair Polaca se foi. Quando criança flertei com o Flamengo, mas quando mudei para São Paulo a distância se encarregou de esfriar o que não chegou a ser um namoro. Como não encontrei um grande amor, passei, com o tempo, e já profissional, a torcer por amigos. Muitas vezes torci por Osvaldo Brandão, pelo Poy, por Carlos Alberto Silva…Hoje torço para um dia o Corinthians chegar ao Japão. abrs.