27
de
janeiro
Eles estão com toda razão
Coisa rara, que por isso mesmo merece ser ressaltada, Leo Moura e Éverton, consideram exagerado punir com afastamento o auxiliar Luis Antônio Muniz, que anulou um gol legítimo do Friburguense contra o Fluminense.
Disseram que errar é humano, grande verdade. Pecados que jogadors e técnicos vivem cometendo fingindo, na maioria das vezes,nem estarem aí. Às vezes vão mais longe, jogam a culpa nos outros - companheiros e árbitros, além de buracos imaginários no campo, bola oval, chuteira torta.
Nem todo erro de arbitragem é simples erro humano - não entro nessa, porque safado há em toda parte. Mas grande parte deles, sim. E sempre aconteceram. Antes, apenas não eram dedados pelas câmeras de televisão, agora colocadas em todas as partes do estádio.
Quer erro pior do que perder pênalti, uma covardia para o goleiro? E técnico que não enxerga o jogo do adversário e deixa seu time perdido em campo, ou que faz substituições erradas?
Mais que isso, cá entre nós, que ninguém nos ouça - apenas me leia: se acabarem com os erros de arbitragem, do que viverão as mesas redondas - a maioria delas quadradas?
Já não basta o desemprego no comércio e na indústria?


Comentário por gilberto maluf — (20:59)
Boa lembrança, Ze Maria, e como seriam nossas segundas feiras, sem a polêmica, do tipo: Ah, que vergonha aquele gol anulado, hein?
Achei estranho o gol ser anulado, pois estava na arquibancada branca, central.
Pois é, num momento de fraqueza, cedi aos pedidos de alguns amigos flamenguistas e fui ver Flamengo x Friburguense. A angústia ficou por conta do placar que não dava resultado de jogo nenhum.
Comentário por aquinojmde — (10:51)
Pois é, os coleguinhas não percebem essa verdade. E tem alguns que reclamam de jogos quase todos os dias. Querem trabalhar só no domingo? Pensam que são polÃticos (no mau sentido) e que os patrões, que já não pagam nada para a grande maioria, ficariam com eles coçando e falando as mesmas coisas. Abençoados erros de arbitragem, que me permitem, em casa, na poltrona, não sentir saudade do Chico AnÃsio. abrs