2
de
abril
Você viu como o Júlio César nem precisou sujar o uniforme?
Vi
Você viu como Daniel Alves deu conta do recado, defendendo, atacando, fazendo lembrar Crlos Alberto Torres?
Vi
Você viu como Gilberto Silva e Felipe Melo dominaram a entrada da área, foram ao ataque e o Felipe até fez um grande gol?
Vi
Você viu como o Elano, pela direita, colocou bolas na área, mostrando ser um jogador polivalente?
Vi
Você viu como o Robinho se deslocou, serviu os companheiros, buscou o gol, chamou a torcida para incentivar o time e pedalou para cima dos peruanos?
Vi
Então você viu tudo…
Bem, só não vi um adversário em campo
2
de
abril
Dunga não poderia sonhar com um primeiro de abril melhor. Ver a Bolívia, que empatou com o Brasil no Engenhão, massacrar a Argentina (6 a 1), na altitude de La Paz, e a seleção que comanda passar sem problemas pelo pobre Peru.
A vitória no Sul, mesmo contra um time fraquíssimo, inibiu seus críticos mais rerozes. E a derrota dos comandados por Maradona o ajudou a justificar, um pouco mais, o triste empate diante do Equador, relembrando a desculpa esfarrapada da altitude de Quito.
Dunga só não saboreou, pelo menos em público, nem mesmo com um sorrido rápido, o massacre dos bolivianos. E ele sabe a razão: outubro será sua vez de ir a La Paz.
A desculpa por um eventual fracasso já está prontinha.
2
de
abril
Alberto Pezão, corintiano roxo muito antes da camisa ir para as lojas, chamou o filho Betinho e fez um teste sobre a fidelidade do júnior:
"Filho, o que você quer de presente na Páscoa, ir ao cimena ver o filme sobre a Fiel ou um desses ovinhos.
E ouviu.
"Pai, adoro chocolate. E pode ser gos maiores.