30
de
maio
Quarteto de Alexandria ou Triângulo das Bermudas
Ao final da reunião entre os presidentes do Santos, São Paulo, Corinthians e Palmeiras, em bom momento promovida pelo santista Marcelo Teixeira, educador, tentativa para arrefecer os ânimos e se pensar de forma positiva nosso futebol, o palmeirense Luiz Gonzaga Belluzo, professor de economia, classificou o encontro como um futuro Quarteto de Alexandria,
Boiando, fui, naturalmente, às pesquisas. E lá está: Quarteto de Alexandria, obra de Lawrence Durrell, nascido na Índia. São quatro histórias, em quatro volumes, no Quarteto de Justine, Balthazer, Mountolice e Clea. O autor usou a teoria da relatividade de Einstein para estruturar sua obra, que chamou de um poema da relatividade.
Na obra, o tempo para nas três primeiras histórias. A primeira relata os acontecimentos do ponto de vista do sujeito, isto é, de quem conta a história. Os mesmos acontecimentos tornam a ser relatados na seguna história, mas na perspectiva de outra pessoa, e a verdade é alterada. A terceira faz o mesmo relato, mas de uma maneira objetiva. Na última percebe-se o desenrolar das ações com o decorrer do tempo.
A obra é também uma pesquisa sobre o amor. Para Durrell, a história é uma caixa chinesa. As idéias são dispostas em camadas. Às vezes, diz ele, encontram Freud, mas de repente aparece Buda, que o substitue. Ou então estaremos com Marco Antônio e Cleópatra?
Qualquer que seja o caso, o enredo é uma busca a realizar por cada um…
Juvenal Juvêncio, advogado, e Andrés Sanches, empresário, estavam distantes, discutindo jogar ou não jogar no Morumbi, quando Belluzo buscou resumir a reunião e o que dela se eperar no futuro (sem dizer em que volume do Quarteto de Alexandria estão)
Conseguirá seus objetivos, ou o barco continuará rumando em direção ao Triângulo das Bermudas?
Que as pesquisas mostram ser chamado também de Triângulo do Diabo - área de aproximadamente 1,1 milhas de km2, no Oceano Atlantico, entre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale, na Flórida, EUA. Ali desapareceram diversos aviões, barcos e navios. Por que? Dizem tratar-se de um fenômeno extrafisico ou sobrenaturais (de Almeida?.)
Sendo quatro, ainda bem que Belluzo não falou dos Três Mosqueteiros.

