Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

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de
maio

É fria

O São Paulo faz bem em não querer jogar as duas partidas contra o Chivas no Morumbi. Pela bolinha que o time vem mostrando, correr o risco de perder as duas em casa é uma fria sem tamanho.

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de
maio

Heureca

Por que tanta surpresa e ira com a farra das passagens feitas pelos deputados, se a planta de Brasília é a asa de um grande avisão?

4

de
maio

Marcos, Cafu, Edmílson…

Que tal Carlos Alberto Silva ou Rubens Minelli no comando técnico, para fazer do Verdão um time maduro? 

4

de
maio

Quem será o campeão brasileiro?

Terminados os regionais, os olhares se voltam para o brasileiro que começa no fim de semana com jogos para ninguém botar defeito - Corinthians x Internacional, campeões invictos nos estaduais; Fluminense x São Paulo, vencedor em 2008; Cruzeiro x Flamengo, papões do mineiro e do carioca, e Grêmio x Santos.

E a pergunta que os amigos fazem não muda de ano para ano, nessa época: que time será o campeão?

Sem bola de cristal e mesmo sem a chance de pedir emprestada a de Muricy Ramalho, que segundo Mano Menezes quebrou, é um tal de ficar em cima do muro que ninguém suporta. Antes de dar meu palpite, quero lembrar duas passagens registradas na minha memória.

Dias antes do início da Copa da Argentina, 78, foi feita uma pesquisa entre os jornalistas que frequentavam a sala de imprensa em Buenos Aires. Sem sua Inglaterra para indicar e torcer, meu amigo  Mike Lengel cravou Hungria. Diante do meu espantou explicou que não adiantava indicar Argentina, Brasil, Holanda, Itália.

"Se é para ganhar, quero ganhar sozinho.

Perdeu, como era esperado. A Hungria ficou na primeira fase, caindo diante de Argentina, Itália e França.

No México, em 86, trabalhando na Globo, pedi para um técnico famoso gravar um comentário indicando suas favoritas ao título. Ele começou dizendo que naturalmente indicava o Brasil, a Alemanha, a Itália, a Argentina, a Inglaterra, mas que não podia deixar de lado a Espanha, o México, dono da casa, a Dinamarca, que poderia fazer uma surpresa…

E antes que chegasse, com jeito de que poderia passar, à nona e décima indicações - eram 24 seleções -, o interrompi, delicadamente, e pedi para que se limitasse a três seleções, ouvindo que era difícil, porque tinha um nome a zelar e não podia errar.

Nem o céu, nem o mar, de volta ao brasileiro, lembro que esse ano está muito parecido com os dois últimos, para não cansar a memória indo mais atrás. A qualquer um que se perguntasse quais os times candidatos ao título nesses anos citados, logo se ouvia - Cruzeiro, Inter, São Paulo, Grêmio, Palmeiras, com Fluminense, pelos reforços prometidos e a campanha na Libertadores (2008). O Corinthians, em 2007, mas aí só mesmo pelos muito fanáticos. O Flamengo,  nem  mesmo pelos seus.

O Grêmio em 2008, como havia feito o Cruzeiro em 2007, liderou por largo tempo, mas acabou em segundo, três pontos atrás do São Paulo, que conquistou o tri. O Palmeiras, como tem acontecido, chegou apenas perto - dez pontos atrás do campeão -, e o Inter, tão badalado, não passou da sexta posição, superado pelo Flamengo - um boa surpresa. 

Pois para este ano muda bem pouco. Em que pese o título carioca, troco o Flamengo pelo Corinthians. O Cruzeiro continua com bom time, agora dois anos mais maduro, o Palmeiras vem mais verde, e não apenas na camisa, o Internacional, mesmo tendo faturado o gaúcho, é uma incógnita, o Grêmio anda contratando muito, mas vai ter um técnico que anda distante do que passa por aqui, e o São Paulo, que contratou muito, mas errado, não se acertou no paulista nem na Libertadores. Resta o Corinthians, que continua se reforçando, mas precisa saber que uma coisa é jogar com o Marília e outra…

Sem falar nos jogadores que os times (sonham) podem perder na tal janela de julho, é misturar e esperar.

Para cair? Que tal Santo André, Barueri, Avaí e mais um antigo que bobear?   

4

de
maio

Perguntar às vezes ofende

Contrariando o antigo ditado, perguntar às vezes ofende - para quem tem vergonha na cara, claro. Sendo assim:

1. o amigo acha mesmo que os supostos - pode até terem sido mais - 10 mil ingressos falsos que apareceram ontem no Pacaembu, foram confeccionados em uma oficina de fundo de quintal?

2. e acha que essa foi a primeira vez que fizeram ingressos falsos em quantidade monumental? E que os cartolas dos clubes e da Federação nunca souberam dessa malandragem?

3 e acha que polícia, Ministério Público, dirigentes vão tomar alguma providência?

4. e que, aproveitando  a deixa, divulgarão, juntamente com a direção do Palmeiras, o resultado daquela  sindicância instaurada no Parque Aantártica para apurar denúncia de que conselheiros do clube vendiam ingressos por preços majorados, como verdadeiros cambistas? 

5. e sabe que as torcidas uniformizadas  - Gaviões e cia - recebem para seus associados não apenas ingressos sem fila, sem risco de serem falsificados, mas que recebem também ingressos para estudantes, pagando a metade do preço?

6. e que, assim, os corintianos preferem ser sócios das uniformizadas, onde pagam R$30,00, que sócios torcedores, pagando R$70,00? Com um detalhe, estes não recebem ingressos em casa, mas precisam enfrentar as filas e os combistas - que até podem ser das uniformizadas? 

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