25
de
maio
Imagens que não mentem
Não seria preciso, porque os programas esportivos cansam de exibir cenas de violência nas competições esportivas, notadamente no futebol, nos gramados, nas arquibancadas e até longe dos estádios, mas muitas pessoas parecem dar importância apenas às brigas entre os chamados (torcedores) de marginais, sem se importarem com as agressões, às vezes selvagens, entre colegas de profissão.
Não seria preciso, repito, mas já que tantos se fazem de deficientes visuais, quem sabe agora, com o Jornal Nacional - não que ele seja mais importante que todos os demais - selecionando, na edição dessa segunda-feira, uma série de entradas para tirar sangue e quebrar pernas, alguns, como Mano Menezes, que defendem só existir numa partida aquilo que os árbitros enxergam e relatam, passem a pensar diferente.
Passem a admitir que as imagens flagradas pela televisão possam, nos casos mais graves, ser usadas pelos Tribunais para punir os agressores. Se algum amigo do Mano Menezes souber que ele não teve a chance de ver o jornal, bem que poderia, para o bem futebol, conseguir uma cópia para ele.
E outra para Vanderlei Luxemburgo, que viu o pênalti - eu também vi - de Miranda em Diego Souza, mas não viu a entrada que ele deu em André Dias que, pegando de jeito, o mandaria por meses para uma enfermaria. Tão violenta quanto a de Ratinho, do Fluminense, em Newmar, do Santos.
É preciso parar de defender jogadores que dão cotoveladas, coices e entram com os pés altos, maldosamente, só porque são de seu time, e de tentar desviar a atenção do que todos estão vendo. Hoje o outro, amanhã o seu.


Comentário por gilberto maluf — (5:06)
Plenamente de acordo. E vivemos para constatar que Jair Marinho, Ari ErcÃlio, Paraná, Fontana, entre outros, não eram tão violentos assim.
Comentário por aquinojmde — (12:04)
Paraná, aquele que chutou a bandeirinha de escanteio?
Comentário por aquinojmde — (12:10)
Outro dia um senador disse que os crimes praticados por polÃticos té pouco tempo, deviam ser julgador pelo Juizado de Pequenas Causas, perto dos crimes praticados por novos (e velhos também) polÃticos atualmente. Aqueles seriam meros trombadinhas, disse. E o SENHOR um dia os punirá, digo eu.
Pois Jair Marinho e cia mereciam rosas na saÃda do campo, pelo que faziam durante a partida, perto dos chamados craques de hoje. Até o dia em que usarem - e é perfeitamente viável - o códico penal para processar os agressores violentos. Aqueles que passam do limite permitido pelo esporte de contato e, com dolo pleno, agridem de verdade. abrs
Comentário por gilberto maluf — (15:30)
Ze Maria, o Paraná que citei foi o ponta esquerda. Foi ele que chutou a bandeirinha?
Quanto aos polÃticos vou dar nomes. Sempre me encheram sobre meu sobrenome, nada tenho com o Paulo e se votei nele foram poucas vezes.
A turma do PMDB que entrou em 1990, o ex-governador e o ex-chefe de polÃcia, fez de Maluf realmente um trombadinha. E quem era o PMDB? Aquele partido que em 1986 foi vitorioso em todo o Brasil. Que fizeram?
Anos depois veio este partido dos trabalhadores, outro engodo.E cada vez a avidez famélica aumenta. Que apetite eles tem para nos assaltar.
Desculpe-me de entrar nesta área, mas vou associar ao futebol, para não pegar mal. PMDB = época de Romário, Bebeto e Edmundo.
PT = Época de Ronaldinho, Kaka e Ronaldo. Pronto, ja remediei a situação.
Pois é, para encerrar, nos felizes tempos de Castelo Branco toda esta escumalha estaria vendo o sol nascer quadrado. Ninguém elogia o exército, mas eu elogio e não sou falso democrata.
Comentário por katarina Bella — (9:02)
Se alguém chuta e fere alguém na rua pode ser processado. Por que não é quando age assim num jogo de futebol? Qual a diferença? Saudações.
Comentário por aquinojmde — (13:20)
Nenhuma diferença, Bella. A não ser a falta de vontade de fazer as coisas mais sérias. abrs