28
de
maio
Tem coisa pior
Censo mostra que quase 1/3 - 600 mil de l,9 milhão de professores de educação básica não são formados ou ensinam matéria fora da área.
A OAB de São Paulo divulga que apenas 11,79 por cento (2.233) dos 18.924 diplomados em Direito foram aprovados na primeira fase dos exames para exercer a profissão, realizados este ano.


Comentário por jlsilva — (16:16)
CARO ZÉ MARIA, / Imagino que naquela época em que você ainda era garoto, em Miracema, há poucos anos atrás, digamos assim…, bom deixa prá lá. Ser professor era altamente honroso, pois, na minha época de garoto era; os mais qualificados participavam e eram aprovados nos concursos públicos - consequentemnete os melhores professores estavam lá na rede do ensino público, bem como, os melhores alunos, as escolas públicas eram referência de qualidade. Hoje, devido aos salários que são baixos demaiiis (com sotaque mineiro, igualzinho aos nossos vizinhos aqui de Palma) - dos concursos para completar vagas em escolas públicas, participa a maioria menos qualificada, por conseguinte há uma seleção não dos melhores mas dos menos piores. Já nos concursos públicos para juÃzes, procuradores, defensores públicos, funcionários do congresso, banco central, etc, os melhores participam e logicamente lá estão os mais qualificados do paÃs. / Se logo encontrarmos uma solução para os salários dos professores públicos, teremos ensino de boa qualidade, se não, a vaca vai para o brejo com corda e tudo e lá ficará um longo tempo. Evidentemente que para um paÃs, haverá sempre uma saÃda, mesmo que demore muitos anos trazendo perdas enormes para muitas gerações. / O que vem depois é consequência. E por aà vai… com os médicos, advogados, engenheiros, jornalistas e os demais profissionais de todas as áreas e que deixam muito a desejar. Lógico que temos uma leva muito grande de profissionais que vieram do ensino básico feito em colégios particulares, também à queles que são exceção na qualidade do ensino público e olha, não são poucos, o universo de alunos do sistema é grandioso - estes salvam o paÃs.
Comentário por aquinojmde — (11:03)
Pois é, Silva. No Grupo Escolar Buarque de Nazareth, dirigido por dona Tarcila Moliterno, brava que nem pinga barata, fui aluno da dona Glorinha, santa e sábia. No ginásio, tive bons e médios professores. Um competente que quase nunca aparecia. Um que, sem razão. vivia mandando que eu deixasse a sala logo após a chamada. Mas outros que, pude comprovar quando vim para a selda de cimento, me deram ensinamento de primeira linha. Não me foi difÃcil, no fim da linha, formar em Direito pela PUC, considerada escola modelo….
Comentário por aquinojmde — (11:11)
Aqui, procurei colocar meus três filhos nas escolas públicas, na época as melhores. Estudar no Colégio Rooselvet, Caetano de Campos ou Ênio Voss, entre outros, era um privilégio como estar no Pedro II, no Rio.
Até o dia em que meu filho pediu dinheiro para comprar litros de alcool e explicou que er para limpar os vidros das janelas, porque os professor estavam em greve. Luz amarela acesa, levei os dois mais velhos para o Colégio Aquidiocesano e a mais nova para o Pio II. Começava o declÃnio da escola pública em São Paulo e a corrida para os (caros) colégios particulares. Os três se formaram, graças a Deus, e os dois mais novos estão muito bem. GD. A mais velha foi levada aos 20 anos….
Comentário por aquinojmde — (11:19)
Não tenho parentes no magistério - e já recusei, por incompetência, convites para lecionar - mas sei que pga-se mal, muito mal, nas escolas públicas. E só mesmo muita vocação leva jovens as faculdades e de lá ao magistério. Cumprindo, daà pra frente, com suas obrigações - estudar, preparar-se para as aulas e ministrá-las) Infelizmente, com razão ou sem, por aqui as greves continuam.
Para não tomar mais seu tempo, tenho pra mim que as pessoas (seres humanos?) que podem resolver a questão, a curto, médio e longo prazo, não tem o menos interesse. É mais fácil enganar (nas eleições) pessoas analfabetas - incluindo as que eles dizem estarem alfabetizadas, por rabiscarem seus nomes - do que as alfabetizdas….
Comentário por aquinojmde — (11:25)
Não dão a elas a chance de conhecerem a historinha da morte da vaquinha. Nem de descobrirem que podem bater panelas, como fazem, por exemplo, nossos “hermanos” do plata, nesse ponto mil vezes à nossa frente.
Mas que é muito grande o número de “adevogados”, a se julgar pelos resultados dos exames da OAB, lá isso é, concorda? Fábricas de diploms? Quem sabe… abrs..
Comentário por jlsilva — (12:36)
Concordo plenamente com tudo que foi por você colocado. Parabéns por abordar assuntos extraesportes (é assim agora ?)aqui no blog. / Breve comentarei com você uma proposta que tenho a fazer a FIFA para mudar uma das regras do futebol. Abrs.
Comentário por gilberto maluf — (12:56)
Ze Maria, me desculpe entrar neste comentário, mas somente pelo Arquidiocesano, acho que era das irmãs Maristas. Estava terminando o 4° ano primário em 1962, na escola pública Brasilio Machado, rua Afonso Celso na Vila Mariana, onde o Arqui dá fundos . Minha mãe, humildemente foi tentar me matricular no Arqui. Totalmente inviável economicamente para ela e ouviu um comentário de um porteiro da escola: Qual o pai hoje em dia que não tem condições de pagar um colégio para seu filho?
Sujeito soberbo, que ganhava mal e queria humilhar as pessoas.
Abs
Comentário por aquinojmde — (19:48)
Soberbo e burro. Talvez tivesse escola grátis por ser funcionário. Talvez. Era caro, mas era a “fortuna”" que eu podia deixar para meus filhos como herança. Quando fui para a Poderosa, em 83, foi ótimo (e nem por isso banquei o soberbo como o porteiro do Arqui). Lá, pelo cargo, eles pagavam 100% da escola para minha filha mais velha, 80% para o segundo e 60% para a terceira. Uma bela empresa. Com isso, ajudei formar pedagoga a filha de um contÃnuo (amigo) que conheci quando trabalhei no Ministério Público. Meus netos estudam no Marista de Ribeirão. abrs.
Comentário por aquinojmde — (19:51)
Sempre que me parece válido, vou além do esporte. A proposta “o esporte e a vida”. Já que esporte é vida. abrs. Apareça sempre. Mudar regras do futebol? Quer matar de susto os velhinhos da Fifa? rrss
Comentário por gilberto maluf — (8:12)
Realmente foi a melhor herança que você deixou para seus filhos. E é hereditária.
Comentário por aquinojmde — (17:36)
Não tem ladrão que consiga roubar. O herdeiro pode até jogar a fortuna fora, mas dele ninguém a rouba. Passei a lição a eles, que até agora vão execvutando bem. abrs