Os resultados que o Corinthians vem colhendo no campo - volta à série A, briga pelo título da Copa do Brasil, título paulista, invicto, e se mantendo no grupo intermediário do Brasileiro, mesmo escalando tmes mesclados de titulares e reservas - provam a capacidade de Mano Menezes como técnico.
Monta bem o time, muda a forma de atuar de acordo com o adversário e mesmo no andamento do jogo, mostra ter o comando do grupo e respeito da direotoria e da torcida.
Tudo que dispensaria o uso de outros esquemas que nada tem a ver com as chatas sopas de números - 3-5-2, 4-2-4-4, 2-6-2, 2-6-1-1… Barrabás.
Falo da mania triste que tem de tentar descontrolar, e com isso agredindo, com palavras mal colocadas, os adversários.
Iniciando um bate-boca, Mano Menezes chamou Milton Cruz, do São Paulo, de interino, durante a partida de ontem no Pacaembu. Mílton Cruz estava mesmo interino, e não teria nada de mais, não fosse a intenção de diminui-lo do técnico corintiano. Exercendo, embora, sua função como auxiliar, com grande competência, é necessário dizer, Cruz é tão profissional quanto ele, Mano. E, sem precisarem saborear um churrasco juntos, merece respeito.
Mano Menezes tem a mania de dizer que o que se passa no campo deve ser esquecido no vestiário. Deve? Pode ser, mas nem sempre dá. Como no caso do zagueiro Carlinhos, chamado por ele de "assassino" durante um jogo do seu time contra o Guaratinguetá, pela série B.
O técnico corintiano sabia que Carlinhos não é assassino e que foi inocentado no acidente automobilistico que tirou uma vida, quando defendia o Juventude, em Caxias. Sabia, mas usou uma inverdde para tentar descontrolar um jogador adversário.
Precisava? Devia? Faz parte do jogo? Tenho que não. É feio. É triste. Diminuiu seu valor com técnico.