Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

22

de
junho

Como diz a simpática velhinha

Depois de quatro dias para explicar porque andou conversando com Cuca por telefone, num momento em que o time jogava uma bolinha desse tamanho, o presidente do São Paulo falou hoje à comunidade tricolor. Mas não para confirmar o que disse Muricy Ramalho - que Cuca o havia indagado se já podia pedir demissão do Flamengo.

Segundo o presidente, ele conversa com Cuca e outros técnicos para ter, por exemplo, informações sobre algum jogador que tenha trabalhado com eles.

Cair nessa, Juvenal? Nem a pau.

 

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67 Comentários »

  1. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (15:38)

    Eu gostaria de cair nessa. Afinal, é melhor do que acreditar que o Juvenal gostaria de recontratar o Cuca.

  2. Comentário por aquinojmde — (16:13)

    Realmente, seria terrível para o São Paulo e seus torcedores. O Cuca é boa pessoa, mas como técnico deixa a desejar. É uma pessoa para baixo, parece estar sempre infeliz, choramingando. Parece não conseguir passar energia positiva.
    Agora, dá para acreditar que um presidente telefone para técnico de outro time, mesmo amigo, para perguntar sobre jogador? E para um técnico, caso do Paulo Autuori, que está longos anos afastado daqui? Se telefonou mesmo para saber de jogadores, foi muito mal informado, daí ter trazido nos últimos anos um balaio de cariocas e nenhum acertou por aqui. Prefiro acreditar na versão do Muricy, que a deve ter ouvido do próprio Juvenal ou de alguém de perto dele. Nesse caso…abrs

  3. Comentário por gilberto maluf — (17:25)

    Eu, no meu caso de corintiano e que sofreu nos últimos tempos, graças a Deus já passou, tenho acertado nas profecias sobre desclassificações do time da Vila Sônia, sobre a projeção do Morumbi vazio, parceiros dos camarotes nada contentes (este imaginaçao minha )etc. Gostaria e muito, depois do Ricardo Gomes, que nomes como Geninho, Cuca , Osvaldo de Oliveira e Valdemar Lemos fossem os favoritos para dirigir o time. E que noites de terror seguidas de nuvens do tipo cumulus nimbus circulassem sobre o clube.
    Nada mais justo depois do que passamos vendo na TV Marco Aurélio Cunha, Rogerio Ceni e o JJ arrotando bazófias. Cheguei a ver JJ falando da parceria com o Pernalonga, acho que da Warner. Cadê o Pernalonga ? Cadê o Hernanes que ia ser vendido por não sei quanto? Cadê as rendas do Morumbi? Ah se a parceria fosse renovada agora, não pegava ninguém com mais de 10 milhões.
    Vamos aguardar para ver o no que vai dar.

  4. Comentário por aquinojmde — (22:02)

    Só uma palavra: barrabás !!! abrs

  5. Comentário por gilberto maluf — (7:24)

    Ze Maria, eu preciso aproveitar o momento. Do lado de lá, Vila Sônia, eles achincalharam demais, pensaram que eram donos do mundo.
    Então, sábado teremos SPFC x Náutico. Lembrando velhas recordações, o time da Vila Sônia vinha de um excursão vitoriosa do exterior nos anos 60 e foi apelidado de Furacão do Morumbi. Logo que chegou pegou o Juventus no Morumbi. E perdeu! Manchete de A Gazeta Esportiva: Ventinho da Mooca varreu Furacão do Morumbi. Gostaria de conhecer o cara que deu idéia para a manchete da capa. Sabe-se lá o que pode acontecer se o SPFC não ganhar. Veremos certamente gemidos pela cidade. Lord Didu Morumbi estaria assim: Ohhhhh impossível resistir Nicolas… estou aqui feito parvo de lágrimas no canto da minha sala cinza ratinho .
    Ze Maria, não consigo segurar.
    Abs

  6. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (8:33)

    Ah, Gilberto, você acha que são só os não-são-paulinos que não aturam o Marco Aurélio e as supostas vantagens queo Juvenal conta? Até gosto do Juvenal, acho que ele conseguiu dar um jeito naquele time do São Paulo do começo da década e deu-lhe uma virada de 180°. Mas sempre que ele abre a boca para se vangloriar eu, como são-paulino, fico corado de vergonha. Pior que ele, só o Marco Aurélio e o Cazares. Criam uma aura de arrogância sobre o clube e causam animosidade contra os adversários e suas respectivas torcidas. De qualquer maneira, não dá para dizer que eles são os únicos. Todos os times grandes (ao menos os paulistas, que são os que acompanho) têm os seus contadores de bravatas. Mas o São Paulo está na frente em busca do recorde.

  7. Comentário por gilberto maluf — (8:55)

    Alexandre, não me leve a mal, é apenas na rivalidade, as vezes me excedo. Tudo porque do lado de lá, SPFC, existe um grande clube e que dá muito trabalho.
    Abs

  8. Comentário por aquinojmde — (10:11)

    Houve época, Gilberto, em que o Juventus, sabiamente apelidado de Moleque Travesso, com seu estilingue certeiro, provocava dor de cabeça em muita gente grande. Além dessa peça pregada no time da “Vila Sônia”, como você diz, cansou de fazer o cavalo de São Jorge tropeçar. Lembra? O Corinthians massacrava, metia bolas na trave, fazia de tudo e lá pelas tantas o Moleque acertava uma bola no ângulo e vencia por 1 a 0. Era um filme que se repetia sempre. Hoje, desde a morte do Zé da Farmácia (Ferreira Pinto) o Juventus, coitado… abrs

  9. Comentário por aquinojmde — (10:19)

    Realmente, Alex, o Marco Aurélio é um pouco demais para os torcedores dos outros times e até, acredito, para os sãopaulinos. Brincalhão, ele muitas vezes passa do limite razoável. Acho legal brincadeiras entre torcedores e até vejo com bom olhos que cartolas troquem farpas - anima os torcedores e ajuda movimentar o futebol. Mas acho que esse expediente não deve ser usado por empregado. Assalariado é pago para trabalhar e não para tirar sarro de outro time, seja ele pago pelo São Paulo, Palmeiras, Santos, Corinthians…Seja supervisor, médico, jogador ou técnico. A direção do São Paulo devia alertar MAC para isso, mas não o faz porque ele acaba sendo o garoto travesso, o desabafo, o que fala o que os dirigentes querem mas não falam para não se exporem. abrs.

  10. Comentário por aquinojmde — (10:49)

    Dizem que em reuniões fechadas, sem tricolores, Sanches trata o~s sãopaulinos como bambis, o que me parece uma bobagem. Se ele fasse abertamente, tudo bem, porque a brincadeira poderia ter uma resposta - dizem também que no PSJ tinha o simpatizante da Parada Gay, o que também não tem nada demais. Ruim é ver empregado entrando em briga que não é dele. A brincadeira bambi x gambá x porco me parece boa. Embora o porco já não bagunce tanto a cabeça dos palmeirenses, desde que assumiram o apelido, numa grande idéia do João Gobatto..abrs

  11. Comentário por gilberto maluf — (11:19)

    Eu sei e me lembro bem do goleiro Miguel e em outros tempos do Ataliba. Era estilingada que doia. Uma vez, 1963, P.S.Jorge, o Juventus estava ganhando de 1 x 0. Como eu fui de ônibus, no onibus Parque São Jorge da Viação Tupi, que fazia ponto final na rua São Jorge, saí 15 minutos antes para poder pegar o busão. Do meu lado estava um senhor já de idade ouvindo radinho e vi seu sorriso. Era o empate no final, gol do p.esquerda Lima.
    A gente só tinha dinheiro para o busão e para um guaraná. Isso porque era domingo.
    Abs

  12. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (15:35)

    O tipode coisa que o Marco Aurélio fala muitas vezes é engraçado, algo que eu falaria para meus amigos. E está aí o que me incomoda: é o que eu falaria para meus amigos, em um ambiente de descontração. Como o Zé Maria escreveu, funcionário é pago para trabalhar por seu clube, não para denegrir adversários. Gilberto, entendo o que você fala e acredito que você saiba que não é todo são-paulino que é arrogante (apesar de às vezes eu ter a impressão de que todo _dirigente_ são-paulino é). A única coisa que me incomoda no seu texto é a referência ao time “da Vila Sônia”, e isso porque eu sou um chato geograficamente: a Vila Sônia, na verdade, vai apenas até a Giovani Gronchi; do lado do Morumbi, o correto seria Fazenda Morumbi. ;) O que, aliás, cabe muito bem em relação às atitudes tomadas pela diretoria nas últimas semanas, e incluo ainda a atuação do Eduardo Costa contra o Cruzeiro. :)

  13. Comentário por gilberto maluf — (16:22)

    Alexandre, é apenas para chatear os são-paulinos. Tive um chefe Yupee ( acho que é assim que se escreve ) que realmente era chato. Para ele eu falava que o SPFC era do Jardim Leonor. Ficava vermelho de raiva e falava que eu não sabia de nada. Quando eu trabalhava no Metrô era comum nossas escaramuças e ainda hoje fazemos por e-mail.
    Quando eu era sócio do SPF tinha um conselheiro, o Toninho, que falava que eu era um corintiano de alma branca. Tudo porque quando jogávamos futebol society no clube e tinha jogo do Timão no Morumbi, ele falava que podíamos deixar as carteiras à vista que não tinha perigo. E eu não falava nada. Deve ser por isso.

  14. Comentário por aquinojmde — (20:16)

    Belo diálogo entre amigos desse cantinho. E eu que não sabia que um dia você, Gilberto, sofreu “recaída” e foi sócio do time da “Vila Sônia”. Essa foi uma revelação e tanto. Seus amigos sãopaulinos que trocam e-mails com você sabem?? rsss

  15. Comentário por gilberto maluf — (21:32)

    Pois é, de tanto ouvir um amigo que falava que chegava as 05h30min da matina do domingo para jogar no campão, e que aos sábados tinha o society à tarde, fiquei sócio em 1985. Para todos, inclusive os são-paulinos, eu falava que fiquei sócio para quebrar azulejo do vestiário. Me olhavam espantados e depois riam.
    Mas vou contar uma coisa. O pessoal do futebol quando se cruzava na rua, ninguém se cumprimentava. No local do churrasco era a coisa mais fria que já vi, nem a própria família conversava. O pior era o tênis. Meu amigo que jogava lá falou que nunca viu pessoal mais seboso.
    Não tem exagero no que estou falando. Se fosse o Paineiras ainda a gente entenderia.
    Você deve estar pensando que estou de perseguição….rsrsrsr
    Abs

  16. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (22:30)

    “fiquei sócio para quebrar azulejo do vestiário”: a coisa mais engraçada que li hoje! Muito boa!

  17. Comentário por gilberto maluf — (6:47)

    Alexandre, na verdade tenho muitos amigos são-paulinos e segue abaixo relato meu que escrevi no Blog Historia do Futebol:
    Quando Pita vestiu a camisa do SPFC, lembro-me da gentileza de um corintiano para com um amigo são-paulino . Era um domingo de muito sol e o São Paulo ia estrear o Pita contra uma equipe do interior de São Paulo pelo campeonato paulista. Este corintiano era eu, que fui à casa de meu amigo Maurício, são-paulino, que estava sem carro. Bati à porta dele e ele, inteligente, imaginou mais ou menos o presente que eu estava dando. Falei-lhe: somente eu, um corintiano de alma branca, vem à casa de um são-paulino, com meu próprio carro, às 14h do domingo, oferecer carona para ver um jogo de outro time neste sol escaldante. Ele sorriu e num tapa já estava vestido para ir ao jogo. Falei mais uma vez: Mas não precisava vir com a camisa do São Paulo, né? Nem me deu resposta. Já foi ligando o rádio do carro, gostava de ouvir o Randal Giuliano comentarista são-paulino da rádio Jovem Pan.
    O inverso meus amigos é muito difícil, vocês já receberam em vossas casas algum amigo torcedor rival para levar você ao estádio em jogo que não é o time do amigo torcedor, e sim o seu time? Ainda com o carro dele?
    Bem, devo admitir que ele me pagou duas cervejas no estádio. Se for ver, ele me deve este favor até o último de seus dias….rs.
    O Sâo Paulo ganhou de 3 x 0, com os três gols do Pita. Ele ficou entusiasmado. Mas alertei-o que somente o Pita em 1984 não faria o time campeão.
    O fato aconteceu somente em 1985.
    Quem não se lembra de Silas, Muller, Sidney, os “Menudos do Morumbi”, todos revelados na escolinha tricolor? Esta foi a equipe campeã paulista de 85. Quem não se lembra do goleiro Gilmar Rinaldi, dos laterais Nelsinho e Zé Teodoro, do volantão Bernardo e do atacante Careca. Todos eles, ao lado de Pita, venceram em Campinas o segundo título nacional do São Paulo.
    Mas voltando ao Pita, Cilinho falava que ele era o último romântico do futebol. Encontrei o Cilinho aqui onde moro e ele me falou que daquele time dos menudos, tinha também muito respeito pelo Silas.
    Um dos gols mais bonitos marcados por Pita foi em jogo contra o Palmeiras, em 85, no empate por 4 a 4, no Pacaembu. O meia fez uma fila de palmeirenses, entre eles os volantes Paulinho e Rocha, driblou o goleiro Emerson Leão e empurrou para as redes. Minha gente, neste jogo foi um entra-e-sai do estádio, todos os torcedores, dos dois lados, pensaram em algum momento que a vaca tinha ido para o brejo.

    Aí está, as vezes corintiano é longânimo.
    Abs

  18. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (13:49)

    Belo texto. Pô, eu já fiz isso, levei um amigo palmeirense a um Palmeiras x Guarani no Parque Antártica, em 2004. Também fui com dois corintianos a um Corinthians x Náutico, em 1991. Não os levei, mas, se eu não tivesse ido, duvido que eles também fossem. De qualquer jeito, em nenhum dos dois casos a iniciativa foi minha.

  19. Comentário por aquinojmde — (16:13)

    Bom, afinal, Gilberto, você teve dias de recaída, torcendo para o São Paulo, ou foi sócio só para quebrar azulejos, mesmo? Sem que ninguém nos leia - rrss
    Agora, aquele gol do Pira foi coisa maravilhosa, mesmo. A bola parecia amarrada por elásticos em seus pés. Lindo.
    Mas nunca tive a chance de levar amigos para ver jogos do Miracemense, meu time. Uma pena, e ele está licenciado da Liga local. abrs

  20. Comentário por gilberto maluf — (17:45)

    Las cosas imposibles existen, uno de ellos son torcer para el São Paulo.
    Recorri ao tradutor do Word para parecer um pouco mais elegante. Mas realmente a finalidade foi de jogar futebol de 7, o society.

  21. Comentário por aquinojmde — (18:39)

    Tenho amigos sócios do São Paulo, que me dizem muito animados os campeonatos internos, varando madrugadas. Quando vier a São Paulo, se quiser relembrar os velhos tempos e (até quebrar alguns azulejos), me avise que falo com eles. Tá? rrss. Prometo não filmar nem passar a informação para seus amigos tricolores. rrss. abs

  22. Comentário por gilberto maluf — (5:46)

    De vez em quando vou a São Paulo. Se resolverem me dar um neto, acho que faria visitas bimestrais. De vez em quando me chateiam com uma foto minha com a camisa do SPFC. Aconteceu em um jogo de várzea, quando um torcedor tricolor levou um uniforme do SPFC com propaganda da Brahma. Dobrei a camisa escondendo o distintivo até que o jogo começou. Aí me pegaram ” desprevinido ” . Colaram a foto e fizeram alguns quadradinhos com algumas opções para identificar o vigoroso atleta:
    Ibrahim Abi Ackel
    Abdul Al Faiçal
    Gilberto Maluf
    e alguns outros nomes que não me lembro.
    Gostaria de algum dia tomarmos ” algumas ” . E poderia também ser no SPFC. O clube deve ter mudado muito.
    Abs
    ET: lembrei-me quando a lama da chuva invadiu as piscinas…rsrs .

  23. Comentário por aquinojmde — (14:35)

    Júlio Mazzei, falecido há poucos meses, costumava dizer que todos os ventos marcavam encontro no Morumbi e de lá saiam esparramando gripe por São Paulo. O clube fica num vale e sob o estádio passa um riacho. Quando chove forte e de uma só vez, alaga tudo. Uma vez levou as piscinas e em duas outras virou carros de perna para o ar. Em fevereiro deste ano deu uma dessas e levou o carro de um amigo, que deu P.T. Não confundir com Partido dos Trabalhadores. P.T. no caso foi perda total. Vou aguardar sua chegada a Sampa e falo com os amigos para falarem para o Juvenal Juvêncio convidá-lo para uma cervejinha ou um Red. abrs

  24. Comentário por gilberto maluf — (17:46)

    O Presidente do clube que aceita pagar R$ 500.000,00 para o Luxemburgo deveria no final do ano ser questionado na relação Custo x Benefício. Não acontece e o dinheiro do clube é dilapidado. Por onde passa este tipo de técnico não fica pedra sobre pedra.
    Ve lá se na empresa deste Presidente quanto ele paga para seus funcionários . Ah, e lá o empregado responde e muito por eficiência e eficácia.
    Abs

  25. Comentário por gilberto maluf — (17:49)

    Acho melhor um local sem as influências dos encontros dos ventos e da possibilidade de acontecer P.T. em nossos veículos.
    E sem também influências etílicas exageradas rs.
    Abs

  26. Comentário por aquinojmde — (20:10)

    De repente, você ficaria conhecendo o Bar Santo Paulo - rrs. Melhor, talvez, o Benjamim, no Campo Belo, onde a Original não é paraguaia. É geladérrima. Assim como o Red, me garante a (dona) Aniela. Abrs

  27. Comentário por gilberto maluf — (21:15)

    Então está combinado…
    abs
    ET: No jogo Corinthians x Real Madrid em 2000 estacionei o carro em frente ao portão principal dos sócios, onde sempre tem alagamento. Cheguei cedo e consegui a vaga. E olhei para o céu e vi tudo escuro. Começou a chuviscar e fiquei preocupado, pois se caisse um toró ia ter que sair e tirar o carro. Mas não precisou.
    Só lembrando, o Real Madrid tinha um toque de bola sensacional e o Fernando Redondo só tocando de três dedos.

  28. Comentário por aquinojmde — (10:48)

    Tempos de futebol redondo. Hoje são tempos bicudos, com raríssimas exceções. Aguardo. rrs. aabrs

  29. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (14:34)

    A melhor Original que já tomei foi num restaurante em Brotas. Não só estava geladérrima, como era das produzidas na legendária fábrica da AmBev em Agudos.

  30. Comentário por aquinojmde — (15:14)

    ORIGINAL NÃO TEM IGUAL. E DIZEM MESMO QUE A ‘GUA DE AGUDOS É FORA DE SÉRIE. AGORA ME DEU ÁGUA NA BOCA. VOU TOMAR UMA(S) NO CLUBE. ABRS. RRSS

  31. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (16:01)

    Em garrafa, não dá mesmo para bater a Original, especialmente a de Agudos. Mas no caneco fico com o chope do Bar Léo.

  32. Comentário por gilberto maluf — (18:00)

    Meus amigos, aqui onde eu moro tem na esquina um boteco ( Pavão Azul ) que ficou famoso por seus pasteis de camarão e pela porção de 6 bolinhos de bacalhau ( dizem que não vai batata para dar a liga). E para acompanhar, Original. O único problema é que agora são poucas mesas na calçada devido ao choque de ordem que estão fazendo por aqui.
    Antigamente a melhor Brahma era a de Agudos.

  33. Comentário por aquinojmde — (11:00)

    Eu tinha feito um próposito de não beber por uns 15 dias e ontem acabei tomando algumas, no clube, só por causa desse papo aqui. Vocês estão me empurrando para o vício (rrss) Pena que lá não vendem mais Original nem Serramalti. Só Sol, que está longe de ser uma cerveja brilhante. abs

  34. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (15:26)

    Pô, Zé Maria, quebrar promessa com Sol é quase como pecar duas vezes! :)

    Esse papo também me fez abrir ontem uma garrafa de Original. Felizmente, eu tinha algumas na geladeira. Compro em um mercadinho aqui perto (sim, ainda existem mercadinhos no Centro de São Paulo!) com vasilhame (!), e sai bem mais barata. Para conseguir o vasilhame, que eles não davam de jeito nenhum, simplesmente comprei uma garrafa das “não-retornáveis” em outro mercado e, depois de devidamente enxugada, levei-a ao mercadinho. É exatamente a mesma garrafa. Foi só fazer estoque.

  35. Comentário por aquinojmde — (19:42)

    Pois é, Sol é fria. Mas…Em casa só Original e Serramalti. Tenho umas 50 garrafas e na Adega do Machadinho pago 2,30. Uma délícia. rrss// abrs

  36. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (21:26)

    Então está com preço bom. É o que eu venho pagando no Futurama com o vasilhame. Mas, poucos meses atrás, era 2,09… Ganhei de presente outro dia foi uma cerveja de trigo escura. Adoro as de trigo, mas nunca tinha visto uma escura. Ainda não provei. Todas as vezes que fui atrás eu via uma garrafa de Original e dava preferência… :)

  37. Comentário por gilberto maluf — (14:03)

    Bom este papo de cerveja. Ainda mais sendo de uma boa cerveja. Lembro-me que alguns anos atrás era comum em São Paulo a gente comprar a cerveja Kaiser. O primeiro gole era de desistir, mas a gente continuava porque era o que tinha. Era o tipo de cerveja que tinha que tomar bem gelada. Aí enganava, certo?
    Tem uma coisa que não tem preço: os dois primeiros copos de uma boa cerveja, tomados em um bom copo e na temperatura ideal.
    Como paulista ansioso que sou, aprendi aqui no Rio a curtir a cerveja. Ou seja, não encher o copo, tomar pausadamente e ir repondo no copo,pois assim ela não esquenta.
    Se bem que antigamente eu não deixava ela esquentar, tomava mesmo e quando ficava um certo tempo no copo, jogava fora.
    Uma amiga falou assim para mim: escuta aqui ó paulixxta, porque você toma a cerveja tão depressa?
    Abs

  38. Comentário por aquinojmde — (15:53)

    Não gosto muito de cerveja preta. Gosto mesmo é da “burra”". rrss.

  39. Comentário por aquinojmde — (16:02)

    É,Gilberto, teve tempo em que carioca exxxperto tomava chop na pressão, curtinho, mas muitos caras “agrediam” tomando os famosos maracanãs. Aqueles copões enormes, com o chop ficando quente da metade para baixo. Só tomo em copo de pezinho, curto, com a boca mais aberta possível e vidro fino. A cerveja respira melhor. Mantem o sabor. Lá no clube eu e uns cinco amigos só tomamos nesse copo. O dono do bar sabe e não deixa faltar.Nada de copo tulipa, longo, grosso e boca fechada. abrs - rrss

  40. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (19:22)

    Copo grande de chope é mania de alemão, que gosta de cerveja quente. Sobre a Kaiser, realmente ela era intragável há uns dez anos. Em algum ponto nesse período mudaram a fórmula e ela ficou apenas horrível. Já fiz esse truque de deixá-la geladíssima, quase congelada. Funcionava porque isso retira muito do amargor da cerveja, e é por isso que muitas cervejas nacionais são mais amargas do que seriam na Europa: porque brasileiro gosta de tomar gelada. Já fui mais fã de cerveja preta, mas acabei meio que enjoando. Ainda não abri a tal cerveja de trigo preta. Hoje até pensei nela durante o jogo, mas logo ao lado tinha uma garrafa de Original, que estava trincando de tão gelada. Mais uma vez, não deu para resistir.

  41. Comentário por gilberto maluf — (20:45)

    Original, trincando de gelada, ninguém resiste. Acabei de chegar, não vi nenhum jogo ( fico com um sentimento de perda ) fui a uma festa junina no bairro do Botafogo em uma igreja. Cerveja lá só Skol. Mas a danada bem gelada é boa. É a preferida por aqui.
    Estava passando o Fla x Flu em dois bares da rua Voluntários da Pátria e quase saí da festa junina. Em frente a um dos bares que estava passando o jogo, tem um posto de gasolina com o nome de Mané Garrincha. Só pela nostalgia já valeu.
    Abs

  42. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (8:43)

    Entre as cervejas “mainstream” (e Original infelizmente não é mainstream), a Skol é a melhor, seguida de perto pela Bohemia (que virou mainstream há menos de uma década). Skol nunca será uma má opção; essa categoria fica para a Itaipava. Uma cerveja carioca que apareceu por aqui há pouco tempo e me agradou bastante é a Devassa. Mas é cara: uma garrafinha de 350 ml custa mais que uma garrafa de Original, com ou sem vasilhame.
    Sobre os jogos, assisti aos dois da África do Sul, e não me arrependi nas duas contas. Mas acho que em breve termo um tópico específico para esse(s) jogo(s), ao invés de invadirmos o tópico da Original! hehehehe

  43. Comentário por aquinojmde — (9:33)

    Por uns dez anos, até 2004, ia todas as semanas ao Rio. Fiquei o tempo toda das Olimpíadas de 1996 e 2000, e nas Copas de 88 e 2002, trabalhando para a Sportv. Nas terças-feiras ia almoçar na Colombo. Às vezes no salão, onde servem um saudável salada italiana. Às vezes no mezanino, ouvindo um suave piano. Quando fiquei mais tempo, descobri um pequeno italiano no Leme, junto ao horrível Sindicato da Cerveja, muito bom. E um português em Botafogo, também muito bom. Ñão sei a rua, mas era logo depois da descida do viaduto, de onde se via uma pizzaria e a churrascaria Estrela…

  44. Comentário por aquinojmde — (9:38)

    Os cariocas não iam nesses lugares, preferiam me levar ao Manoel & Joaquim (ou será Joaquim & Manoel?), no Cervantes, que tem um sanduiche razoável com abacaxi, no Bofetada, em Ipanema, num outro boteco, acho que chamava Botequim mesmo, numa casa, em Botafogo, e num outro em Ipanema, nome pequeno, que me foge agora, que serve um caldinho de feijão e vira a noite.. As opções conhecidas peloa amigos da Sportv eram poucas. E ele nunca me acompanharam até a água de coco, no Arpoador ou no Leme, quando o sol já raiava. rrsss…

  45. Comentário por aquinojmde — (9:45)

    Pois eu também me diverti com o jogo contra os americanos, Alex. Como tenho três netos nascidos lá, brinquei no início do jogo com minha mulher dizendo que ir torcer pelos gringos, e ri muito quando eles enfiaram dois. Depois disse a ela que o time do Dunga viraria o jogo no segundo tempo. Era o mínimo que poderiam fazer. O time está com o moral alto e o “professor” já começou a falar…A mosca azul é terrível. abr

  46. Comentário por aquinojmde — (9:50)

    Mas ainda acho que o culpado é o Pelé // rrss

  47. Comentário por gilberto maluf — (11:37)

    A Skol é a cerveja da moda e faz sucesso por aqui já faz tempo. A Bohêmia de latinha é muito ruim. Lógico que é minha opinião. Ontem mesmo estava no Pão de Açucar e vi a garrafinha de Devassa em torno de uns R$ 3,50.
    Mas aquela cerveja Belga , a STELLA ARTOIS, é de primeira qualidade.
    Vou mostrar um exemplo prático que ilustra: Uma amiga da minha mulher, gosta e muito de uma cervejinha, estava em casa e nunca tinha tomado a STELLA ARTOIS. Coloquei no copo sem ela saber e no primeiro gole ela olhou para mim e falou: Nossa que cerveja boa. Qual é?
    Garanto que levassem ela para ser mestre cervejeiro a cerveja seria um sucesso de vendas.
    Abs

  48. Comentário por gilberto maluf — (11:47)

    Não sei se o boteco de Ipanema é o Bracarense, quase não vou lá. Mas é muito frequentado.
    Quanto ao restaurante português de Botafogo vou tentar descobrir o nome.
    Abs

  49. Comentário por gilberto maluf — (11:48)

    Quanto ao jogo, quando estava 2 x 0 lembrei-me de Thomas Mazzoni que sempre escrevia sobre a síndrome dos 2 x 0 .
    Fiquei meio chateado e quando virou fiquei contente, mas nada de muuuito contente. Ganhar a Copa das Confederações e ainda em cima dos americanos não um galardão de primeira . De primeira para mim hoje só Copa do Mundo ou uma vitória no monumental de Nunez sobre a Argentina .
    E acho que nosso time não é tudo aquilo que a turma está pensando.
    E outra coisa, que o Dunga pare com esta besteira de colocar o Daniel Alves na esquerda que não tem nada a ver.
    Abs

  50. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:01)

    A Stella Artois é boa, de fato, mas encaixa-se no mesmo problea da Devassa, que é o preço. Vale para beber de vez em quando, “presentinho” para si mesmo, mas não dá para manter na geladeira, ao menos não na mesma quantidade que mantenho a sagrada Original.

  51. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:03)

    Eu por outro lado, vibrei ontem como havia muito tempo não vibrava em jogos do Brasil. Acho que desde a Copa de 2002 as únicas vezes que vibrei assim foram nas três finais contra a Argentina desde então. Amistoso do Brasil, então, faz mais de uma década que não assisto a nenhum. Mas ontem talvez eu não tivesse vibrado tanto se não fossem as circunstâncias do jogo. Se o Brasil tivesse feito 5 a 0 no primeiro tempo, eu provavelmente não teria vibrado com o primeiro gol e no máximo daria alguma risada no quinto.

  52. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:07)

    Mas em algo que me lembrou o que discutimos no começo destes comentários, ontem ouvi pessoas comemorando o segundo gol dos Estados Unidos. Houve até fogos na Bela Vista. Curiosamente, essas pessoas não comemoraram o primeiro gol. Isso é bem diferente de um corintiano comemorar pela janela um gol que o Palmeiras sofreu. O corintiano sempre vai comemorar aquele gol, e vai poder o palmeirense “dar o troco” em um gol que o Corinthians sofrer (desde, claro, que não parta para aquele lamentável “Chupa, FDP” que tanto tem frequentado as janelas em volta do meu apartamento). Esses caras que só comemoraram quando o resultado parecia “seguro” são como terroristas. Como você dá o troco em terroristas? Não dá. Esses mesmos caras não só somem como provavelmente comemoraram o segundo gol do Luís Fabiano e o gol do Lúcio.
    Ou eu que sou muito ranheta, sei lá.

  53. Comentário por aquinojmde — (11:03)

    Depois desses papos aqui, estou saindo para comprar cervejas variadas. Tentarei encontrar todas as citadas e testar uma por uma. rrss.
    Agora, sobre jogos do Brasil, confesso que nunca consegui ser Pachecão. Olho os jogos com a maior tanquilidade. Acho que mais do que corintianos, flamenguistas, tricolores e que tais olham os jogos de seus times. Acho mesmo que as pessoas torcem mais para seus times que para a seleção. Talvez em mundiais, talvez. E contra os argentinos, porque de lá para cá deve ser iguai.. abrsssss

  54. Comentário por aquinojmde — (11:06)

    O boteco era mesmo o Bracarense, que os amigos cariocas que me levavam cultivavam como a coisa mais maravilhosa da terra. Chato, quando eles viam a Sampa eu os levava a meia dúzia, por noite. rrss// Uma vez fomos ao alto de Santa Tereza, mas bateu o medo neles e ficamos pouco. Alguém disse que um arrastão ali não salvaria ninguém. E eu que só queria tomar uma geladinha.rrss

  55. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (22:25)

    Dica de uma cerveja, na faixa de preço da Devassa: a catarinense Eisenbahn, modelo “Strong Golden Ale” (rótulo vermelho). Na primeira vez que tomei, tive a mesma reação que a amiga da mulher do Gilberto. Não dá para comprar sempre, mesmo porque não é das mais fáceis de se achar, mas vale a pena. E o rótulo, muito bonito, meu pai, um fanático por ferrovias, quis até guardar. Arrumei esmalte de unha incolor e gastei o vidrinho inteiro pintando por cima do rótulo e dei para ele. Ele não gosta de cerveja (ao contrário da mãe dele, que, aos 86 anos, sempre toma uma), mas aquela garrafinha fica em cima da escrivaninha dele.

  56. Comentário por gilberto maluf — (6:13)

    Alexandre, você realmente é um conhecedor de cerveja. Sou apenas um mero levantador de copo e passo para você um blog sobre cerveja, mas acho que você conhece.
    Aí vai: http://cervejalternativa.blogspot.com/
    abs

  57. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (8:11)

    Muito menos que um conhecedor: sou apenas um apreciador. Sei dizer do que é feita cada cerveja (cevada, trigo, milho etc.) apenas pelo rótulo. Processos de produção? Não faço a menor ideia. Apesar de ser um leigo nesse assunto, o link que você mandou é bastante interessante. Fuçando lá, de cara fiquei salivando pela tal Eisenbahn Lust, de que nunca tinha ouvido falar, e por um bom sanduíche no Ponto Chic, cuja loja original fica a poucos quarteirões daqui (ele fala do Rococó, um sanduíche diferente, salgadíssimo, mas que vale provar, eu garanto). Como o blog não é atualizado há um bom tempo, nãosei qual a disponibilidade das marcas, mas já vale sair para procurar, nem que sea no Google.

  58. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (9:32)

    Fui atrás da Eisenbahn Lust. Achei no site, e eles vendem por lá. Mas é caríssima. Faz a Devassa parecer de graça. A garrafinha de 350 ml sai por 30 reais! O frete, outros 13. Quem sabe um dia em que eu esteja disposto a tal luxo. Ou não, porque vai que eu gosto…!

  59. Comentário por aquinojmde — (10:56)

    Hahaha, tá ficando caro essa brincadeira. Estou na fase do venho, que o clima de São Paulo propõe, mas na volta do calor, voltarei para a Original e a Serra, mesmo. Cerveja “gringa” só de presente. rrss. abrs

  60. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (11:15)

    Pior que essa Eisenbahn não é importada; é feita em Santa Catarina mesmo! As versões “básicas” são naquela faixa de preço de uns quatro reais, um pouco mais, um pouco menos, para a garrafinha de 350 ml. A tal da “Lust” é que é esse absurdo de cara.

  61. Comentário por aquinojmde — (13:28)

    Nessas condições, e com o friozinho, continuarei de vinho até o verão chegar. haha. abrs

  62. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (8:21)

    Esse papo de bebidas faz-me lembrar de um sujeito chileno que trabalhava no turno da madrugada no room service de um hotel onde trabalhei. Conta um amigo meu, que fazia o turno com ele, que chegava no fim da madrugada, e o cara virava para ele e falava: “Ô-te, Pipo, pega-te una cervessiña para papai!” (”Papai” era ele mesmo.) Não adiantava meu amigo falar que eram cinco horas da manhã. “Lúdjico, velínio, café da mañana de papai!” Esse chileno era um belo de um apreciador, daqueles que mandavam goela abaixo cinco chopes em 15 minutos de almoço (ou, no caso, ceia) com o pessoal que tinha deixado o turno anterior e voltava para trabalhar sem aparentar a mínima embriaguez.

  63. Comentário por aquinojmde — (9:44)

    E viva o Chile, belo país. abrs

  64. Comentário por gilberto maluf — (11:12)

    Se eu tomar 5 chopps no almoço acho que capotaria de sono. Chile, terra de bons vinhos. Vem de lá bons vinhos tintos com a uva Carmenere. E de preço muito razoável.
    Lembro-me a primeira vez que fui ao Roda Viva na Dutra, em 1972. Nunca tinha visto tanta carne e cerveja.
    Voltei no banco de trás do fusca e estava ouvindo passarinho fazendo a curva lá em baixo e cantanto….piuuuu rs
    Abs

  65. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:10)

    Eu comprei um Carmenere muito bom em Santiago por um preço absurdamente baixo em 2004. E ainda conheci a história dessa uva, que é bastante interessante. Mas não sou tão fã de vinho, não. Gosto dos mais suaves, aqueles docinhos, quase suco de uva com álcool. Aí tomo até aqueles vagabundos, de garrafão, que são mais suco de uva com álcool zulu. Não que eu não saiba apreciar outros tipos, só não gosto tanto. Entre um bom vinho e uma boa cerveja, sempre ficarei com a boa cerveja… :)

  66. Comentário por aquinojmde — (13:48)

    Vinho Palmeirinha, de São Roque, docinho e suave é demais. Assim como aqueles de garrafão vendidos nas estradas no Sul. Vinho tem de ser bom, seco. abrs

  67. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:15)

    Quando fui às Serras Gaúchas, no ano passado, mais do que me deliciar com o vinho, deliciei-me com o suco de uva. Até porque minha mulher estava grávida, e eu dificilmente dou conta de uma garrafa inteira de vinho…

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