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	<title>Comentários sobre: Culpado continua sendo Pelé</title>
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	<description>José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 05:40:27 +0000</pubDate>
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		<title>Por: aquinojmde</title>
		<link>http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br/2009/06/29/culpado-continua-sendo-pele/#comment-1596</link>
		<dc:creator>aquinojmde</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 13:45:22 +0000</pubDate>
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		<description>Pensando bem, jogo nenhum devia terminar em empate. O exemplo do basquete é bom, assim como o do volei. Aumenta a emoção e o empenho dos times, parando com aquela coisa ridícula que os locutores chamam de administrar o resultado ou jogar com o regulamento debaixo do braço. Debaixo do braço só desodorante, né?
A evolução é lenta, mas com os de sangue latino aumentando, um dia eles, os gringos, alcançarão os africanos e morderão nossos calcanhares. rrss.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pensando bem, jogo nenhum devia terminar em empate. O exemplo do basquete é bom, assim como o do volei. Aumenta a emoção e o empenho dos times, parando com aquela coisa ridícula que os locutores chamam de administrar o resultado ou jogar com o regulamento debaixo do braço. Debaixo do braço só desodorante, né?<br />
A evolução é lenta, mas com os de sangue latino aumentando, um dia eles, os gringos, alcançarão os africanos e morderão nossos calcanhares. rrss.</p>
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		<title>Por: Alexandre Giesbrecht</title>
		<link>http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br/2009/06/29/culpado-continua-sendo-pele/#comment-1591</link>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:33:07 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre evolução, tenho acompanhado comentários de americanos que realmente ligam para futebol, e eles acham que houve uma grande evolução por causa dessa Copa das Confederações. Isso porque, se tivessem marcado um gol a menos contra o Egito ou se o Brasil tivesse sofrido um gol da Itália, hoje estariam pedindo a cabeça do técnico. Mas a evolução sem dúvida é maior do que a da época da liga do Cosmos. Naquela época, a seleção americana não ia para a Copa do Mundo desde 1950, e seguiria não indo até 1990, bem depois de a liga falir. Depois, entretanto, não deixou mais de ir às Copas, embora quase sempre com campanhas de medíocres para baixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre evolução, tenho acompanhado comentários de americanos que realmente ligam para futebol, e eles acham que houve uma grande evolução por causa dessa Copa das Confederações. Isso porque, se tivessem marcado um gol a menos contra o Egito ou se o Brasil tivesse sofrido um gol da Itália, hoje estariam pedindo a cabeça do técnico. Mas a evolução sem dúvida é maior do que a da época da liga do Cosmos. Naquela época, a seleção americana não ia para a Copa do Mundo desde 1950, e seguiria não indo até 1990, bem depois de a liga falir. Depois, entretanto, não deixou mais de ir às Copas, embora quase sempre com campanhas de medíocres para baixo.</p>
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		<title>Por: Alexandre Giesbrecht</title>
		<link>http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br/2009/06/29/culpado-continua-sendo-pele/#comment-1590</link>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:30:19 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda hoje não se permite empates na liga deles. O tal do "pênalti em movimento". O único esporte deles que permite empates é o futebol americano, ainda assim só depois de uma prorrogação com morte súbita. O hóquei no gelo permitia até quatro anos atrás (também depois de uma prorrogação com morte súbita), mas agora também tem disputa de pênaltis para definir um vencedor. No beisebol, um caso curioso para demonstrar como americano odeia empates: alguns anos atrás (2002 ou 2003, acho), o Jogo das Estrelas terminou empatado por determinação do presidente da liga. Ambos os times tinham usado todos os seus arremessadores, e o placar estava em algo como 11 a 11. Resolveram parar por ali. Deu um quiproquó, e olha que era um simples amistoso. O povo ficou tão revoltado que já no ano seguinte passaram a determinar que a liga que ganhasse o Jogo das Estrelas (vale relembrar que ainda é um amistoso) teria o mando de campo nas finais, o que eliminou qualquer possibilidade de empate em jogos futuros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda hoje não se permite empates na liga deles. O tal do &#8220;pênalti em movimento&#8221;. O único esporte deles que permite empates é o futebol americano, ainda assim só depois de uma prorrogação com morte súbita. O hóquei no gelo permitia até quatro anos atrás (também depois de uma prorrogação com morte súbita), mas agora também tem disputa de pênaltis para definir um vencedor. No beisebol, um caso curioso para demonstrar como americano odeia empates: alguns anos atrás (2002 ou 2003, acho), o Jogo das Estrelas terminou empatado por determinação do presidente da liga. Ambos os times tinham usado todos os seus arremessadores, e o placar estava em algo como 11 a 11. Resolveram parar por ali. Deu um quiproquó, e olha que era um simples amistoso. O povo ficou tão revoltado que já no ano seguinte passaram a determinar que a liga que ganhasse o Jogo das Estrelas (vale relembrar que ainda é um amistoso) teria o mando de campo nas finais, o que eliminou qualquer possibilidade de empate em jogos futuros.</p>
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		<title>Por: aquinojmde</title>
		<link>http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br/2009/06/29/culpado-continua-sendo-pele/#comment-1586</link>
		<dc:creator>aquinojmde</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 23:39:28 +0000</pubDate>
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		<description>Vejo evolução quando levo em conta que os americanos, digamos, natos, ainda não se entusiasmaram e resolveram bancar mesmo o "soccer" por lá. Sempre foram os de fora - latinos, lá atrás -, cubanos - nos tempos do Cosmo - e holandeses, nas décadas 70/80. Eles eram os donos da Liga, de patentes de alguns clubs, revistas etc. Quando estive lá em 76 e depois em 86, ouvi que o problema é que os americanos (natos) gostam de emoções mais constantes, placar mais elevado etc. Lembro que em 76 os jogos não podiam terminar empatados. Tinha prorrogação e cobrança de pênaltis "em movimento"", ou coisa parecida. Até hoje pagam uma miséria, principalmente em relação aos outros esportes que curtem. Vendo as dificuldades, acho que desenvolveram bastante. abrs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo evolução quando levo em conta que os americanos, digamos, natos, ainda não se entusiasmaram e resolveram bancar mesmo o &#8220;soccer&#8221; por lá. Sempre foram os de fora - latinos, lá atrás -, cubanos - nos tempos do Cosmo - e holandeses, nas décadas 70/80. Eles eram os donos da Liga, de patentes de alguns clubs, revistas etc. Quando estive lá em 76 e depois em 86, ouvi que o problema é que os americanos (natos) gostam de emoções mais constantes, placar mais elevado etc. Lembro que em 76 os jogos não podiam terminar empatados. Tinha prorrogação e cobrança de pênaltis &#8220;em movimento&#8221;", ou coisa parecida. Até hoje pagam uma miséria, principalmente em relação aos outros esportes que curtem. Vendo as dificuldades, acho que desenvolveram bastante. abrs</p>
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		<title>Por: Alexandre Giesbrecht</title>
		<link>http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br/2009/06/29/culpado-continua-sendo-pele/#comment-1567</link>
		<dc:creator>Alexandre Giesbrecht</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:59:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br/?p=946#comment-1567</guid>
		<description>Não sei, não, se foi uma grande evolução ou fruto de sorte. Ouvi muito disso depois da Copa de 2002, e a participação dos EUA no Mundial seguinte foi pífia, além de eles terem tido alguma dificuldade nas eliminatórias. Nesta Copa das Confederações, eles classificaram-se em um grupo difícil, é verdade, mas o grupo foi basicamente Itália, Estados Unidos e Iraque, porque todos perderam para o Brasil. Aí o negócio foi ver quem perdia de menos do Brasil e quem não morria abraçado. Na base da sorte — e aí não há como negar que foi sorte mesmo —, passaram a Itália no númer de gols marcados. A vitória contra a Espanha não foi fruto de sorte, mas ela nunca teria acontecido sem a sorte anterior. Participei ao longo da noite de um debate com americanos que entendem de futebol no site da Sports Illustrated. Acho que houve, sim, uma evolução do futebol americano, especialmente se comparado a 1990, mas essa evolução não foi nem tão grande nem tão rápida como estão pintando. Já se fala por lá até em eles estarem num suposto "segundo escalão" do futebol mundial, o que acho um exagero, embora eu também ache que um dia, talvez não tão distante, eles estarão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei, não, se foi uma grande evolução ou fruto de sorte. Ouvi muito disso depois da Copa de 2002, e a participação dos EUA no Mundial seguinte foi pífia, além de eles terem tido alguma dificuldade nas eliminatórias. Nesta Copa das Confederações, eles classificaram-se em um grupo difícil, é verdade, mas o grupo foi basicamente Itália, Estados Unidos e Iraque, porque todos perderam para o Brasil. Aí o negócio foi ver quem perdia de menos do Brasil e quem não morria abraçado. Na base da sorte — e aí não há como negar que foi sorte mesmo —, passaram a Itália no númer de gols marcados. A vitória contra a Espanha não foi fruto de sorte, mas ela nunca teria acontecido sem a sorte anterior. Participei ao longo da noite de um debate com americanos que entendem de futebol no site da Sports Illustrated. Acho que houve, sim, uma evolução do futebol americano, especialmente se comparado a 1990, mas essa evolução não foi nem tão grande nem tão rápida como estão pintando. Já se fala por lá até em eles estarem num suposto &#8220;segundo escalão&#8221; do futebol mundial, o que acho um exagero, embora eu também ache que um dia, talvez não tão distante, eles estarão.</p>
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