Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

3

de
julho

Até tu, Maradona?

Diferente de Dunga, técnico da brasileira, Maradona não vive momentos de tranquilidade na direção da seleção argentina.

Ninguém parece duvidar que seu time estará na África do Sul, mas para ficar com uma das vagas precisa não bobear. E não bobear, significa começar ganhando do Brasil, próximo adversário pelas eliminatórias, em setembro

O jogo será na Argentina e, a princípio, está marcdo para o Monumental de Nuñes, maior estádio do país.

Mas Maradona - quem diria?, quer levá-lo para Rosário, palco daquele fatídico 0 a 0 entre as seleções, na Copa 78.

Motivo? Aumentar a pressão da torcida sobre o time de Dunga

Até tu, Maradona?

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15 Comentários »

  1. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:59)

    Acho que, não importa onde, a Argentina vai ganhar. Os caras estão mordidos, e o Brasil raramente joga bem por aquelas bandas.

  2. Comentário por gilberto maluf — (13:27)

    Li no Diário Olé que a desculpa que Maradona deu para o pessoal do River Plate é que os jogadores pediram para jogar no campo do Rosário.
    ” E eu acreditei ” …lembrando aquele quadro humorístico do Jô.
    Abs

  3. Comentário por aquinojmde — (16:57)

    Pena que o Chicão já foi para o outro lado do místério, como diria Antônio Guzman, que o deve estar entrevistando nesse momento. Caso estive por aqui, era só convocá-lo. rs..
    E pensar que uma dessas - apelar para pressão da torcida - devia, pelos estilos dos dois técnicos, ser coisa para o Dunga. rrss abrs

  4. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (18:54)

    Grande Chicão! Meu ídolo do São Paulo de todos os tempos.

  5. Comentário por gilberto maluf — (18:59)

    Você lembrou do Guzman….naquela época dos anos 60 eu era garoto e acreditava em tudo, gostava das 20 notícias, do Mundo Esportivo do Geraldo Bretas e do Equipe do Wilson Brasil. Gostava porque quando o Corinthians ganhava uma eles colocavam aquelas manchetes na primeira página e eu ficava desesperado para comprar o semanário. O do Bretas saia às quartas e o Equipe não me lembro.
    Em 1976 saiu um semanário, acho que de nome Coringão. Vi o primeiro número na banca, o time entrando em campo, comprei aquele e todos os de 1976.
    Foi legal este semanário.
    Teve uma capa , deve ter sido feita pelo Gepp e Maia, acho que eram esses os desenhistas, ilustrando o nascer do sol com meio escudo do Corinthians no fundo e os dizeres:
    FAÇA-SE O SOL.
    Abs
    Abs

  6. Comentário por aquinojmde — (19:37)

    Coringão? Desse não me lembro. Lembro-me do Coração, só para a Fiel, editado pelo Eloi Getel e o Tim Teixeira. No primeiro número, antes de um Corinthians x Palmeiras, a capa foi um porquinho, com matéria lembrando a história, o bate-boca entre José Gimenez Lopes e Vadi Helu, quando o Corinthians pediu autorização para contratar substitutos para Edu e Lidu…// Trabalhei com Gepp e Maia no Estadão. Duas grandes figuras e profissionais compentíssimos. Não sei por onde andam. Bretas era sãopaulino e Nuzman palmeirense…abrs

  7. Comentário por aquinojmde — (19:39)

    Chicão era macho no campo e uma figura doce fora dele. Foi-se cedo.. abrs

  8. Comentário por gilberto maluf — (20:28)

    É verdade, o jornal era Coração , com o primeiro O adapatado com o escudo do Corinthians. Quando colocaram um porco com a camisa do Palmeiras na capa, só faltou ter morte, pixaram a redação etc.
    Gozado que eu tinha tudo e não guardei. Lembrei-me que o primeiro número o pessoal do serviço passou pela banca e comprou para mim.
    Abs

  9. Comentário por gilberto maluf — (20:30)

    Grande Chicão Gavião. O Mateus ligou para o Galvão falando que ia até o Morumbi para comprar o Chicão e despistou o pessoal do SPFC que ia comprar o Sócrates. Aí o MAteus foi para Ribeirão.
    Acho que foi assim.
    Abs

  10. Comentário por aquinojmde — (11:20)

    O Galvão, que tinha fazenda de gado na região, foi de carro para Ribeirão. O Matheus pegou um avião e chegou primeiro. Na “Vila Sônia” dizem que foi melhor assim, porque o São Paulo acabou ficando com o que era realmente craque da família. Exagero. abrs

  11. Comentário por aquinojmde — (11:26)

    O Eloy é corintiano e o Tim Teixeira sãopaulino. O jornal durou pouco, mas era uma proposta interessante. Na Argentina os grandes times tinham (não sei se ainda tem) uma revista cada um. Por aqui o São Paulo tem. Era edição própria, agora é editada pela Panini.
    O porquinho solto no Morumbi foi levado pela Polícia Militar para o quartel do Barro Branco, batizado por Chicão e viveu anos e anos. Sempre que tinha um Palmeiras x Corinthians importante, lá ia o Roberto Thome fazer matéria mostrando o Chicão…abrs

  12. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (16:53)

    Essa revisat do São Paulo é ufanista demais, com matérias históricas cheias de informações míticas e questionáveis. Em algumas delas, colocaram fotos onde o fotógrafo deles era creditado como autor, mas tudo o que tinha feito era fotografar as fotos antigas. Compro a revista simplesmente para guardar as fichas técnicas, que é o que ela tem de mais útil, já que a redação da Placar matou o Tabelão… Sobre o jornal do Corinthians, é uma ideia interessante. Nunca tinha ouvido falar (foi lançado no ano que nasci).

  13. Comentário por aquinojmde — (13:18)

    A revista do São Paulo era enviada só para sócios, depois passou a ir também para a banca. Agora não sei se está viva, mas disseram que seria editada pela Panini. Como é dirigida aos seus torcedores, não vai mesmo falar mal do time, né? O Coração não era do clube, era particular, mas só fazia o lado do Corinthians. Como fazem os jornais/revistas na Argentina. abrs

  14. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (15:56)

    Sim, ela já é editada pela Panini há quase dois anos. Tenho a coleção completa, mas, na hora que começar a ocupar espaço demais, vou arrancar só as páginas com as fichas técnicas e mandar encaderná-las. A versão anterior, publicada pelo clube, começou a circular em bancas na época das duas Libertadores que o São Paulo conquistou nos anos 1990. Na versão da Panini, o Vitor Birner chegou a ser convidado para escrever uma coluna, mas ele não queria ser ufanista, queria ser até crítico; a editora optou, então, por substituí-lo pelo titã Nando Reis. (O Birner colocou essa história no blog dele na época.) Eu acho que há público para publicações voltadas a um determinado clube que não sejam exclusivamente ufanistas. O problema é que você esbarra na má vontade de parte da torcida do clube, que vai criticar, boicotar etc., e ainda na fina linha que separa a crítica da cornetagem nesse caso.

  15. Comentário por aquinojmde — (21:39)

    Conheço essa da torcida querer que a pessoa só escreva a favor. Até em redações, quando chefes torcem para um time e querem transformar o jornal em jornal do time. A revista do São Paulo pelo menos é dirigida a seus torcedores. Não é legal, mas é de se esperar. abrs

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