4
de
julho
Dias para serem recordados, mas não repetidos
O Cruzeiro é o Brasil na Libertadores, disseram os verdadeiros e falsos Pachecões quinta à noite, logo que o time mineiro despachou, como esperado, o Grêmio.
Cruzeiro é Brasil, uma ova, devem ter gritado de imediato os atleticanos. Sem falar em tricolores, gremistas, colorados…
Como dor de cotovelo dá e passa, "eles que se matem", devem estar respondendo os estrelados.
Que precisam recordar, mas não podem deixar repetir, a chance perdida para chegar à final do mesmo torneio, em junho de 75. A chance, não, as duas chances, o que foi mais dramático e triste.
O Cruzeiro foi à Argentina enfrentar o Rosário e logo em seguida o Independiente. Nos dois jogos, bastava empatar um. Ou até perder os dois por no máximo quatro gols de diferença.
Um empate ou quatro gols. Acabou perdendo os dois jogos, com cinco gols de diferença. 3 a 1 diante do Rosário e 3 a 0 contra o Independiente.
E naquela noite em Avellaneda, ainda teve quem se lembrou de outro fiasco, em 67, quando caiu diante do Penarol e do Nacional, do Uruguai.

