4
de
julho
Dias para serem recordados, mas não repetidos
O Cruzeiro é o Brasil na Libertadores, disseram os verdadeiros e falsos Pachecões quinta à noite, logo que o time mineiro despachou, como esperado, o Grêmio.
Cruzeiro é Brasil, uma ova, devem ter gritado de imediato os atleticanos. Sem falar em tricolores, gremistas, colorados…
Como dor de cotovelo dá e passa, "eles que se matem", devem estar respondendo os estrelados.
Que precisam recordar, mas não podem deixar repetir, a chance perdida para chegar à final do mesmo torneio, em junho de 75. A chance, não, as duas chances, o que foi mais dramático e triste.
O Cruzeiro foi à Argentina enfrentar o Rosário e logo em seguida o Independiente. Nos dois jogos, bastava empatar um. Ou até perder os dois por no máximo quatro gols de diferença.
Um empate ou quatro gols. Acabou perdendo os dois jogos, com cinco gols de diferença. 3 a 1 diante do Rosário e 3 a 0 contra o Independiente.
E naquela noite em Avellaneda, ainda teve quem se lembrou de outro fiasco, em 67, quando caiu diante do Penarol e do Nacional, do Uruguai.


Comentário por gilberto maluf — (16:00)
Tirando um ou outro time, a gente tem o péssimo costume de torcer, na Libertadores, somente para o clube que está a mais ou menos 1.000 km de distância.
Até a semi final a gente ainda torce para time brasileiro, guardadas as devidas ressalvas. Ze Maria, você acha que a gente iria torcer para um clube que tem o mordaz e irônico Marco Aurélio Cunha? E do Felipe Massa, que no momento da queda falou que morreu de rir.
Você sabe, eu e a torcida do Corinthians morremos de rir naquela última corrida em que perdeu o tÃtulo. Ainda vou ver acabar a gasolina dele a 100m da chegada e lógico, ele estaria em primeiro.
Até o Jailton ou Jadilson que jogava na lateral esquerda do SPFC se juntava ao Souza e Josué nas tiradas maldosas.
Mas o tempo passa e quem sabe não traz mais algum dissabor pros lados da Vila Sônia?
Toda a soberba será castigada.
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (16:56)
“Até a semi final a gente ainda torce para time brasileiro, guardadas as devidas ressalvas.” Perfeito. Mas, se o time for pequeno, a gente até releva. Eu fui ao Pacaembu ver o São Caetano contra o OlÃmpia em 2002, torcendo pelo Azulão. Pena que não deu certo…
Comentário por gilberto maluf — (17:22)
Também torci para o São Caetano. Uma pena mesmo.
Comentário por aquinojmde — (20:58)
No São Paulo andam criticando muito Marco Aurélio Cunha, achando que não dá para fazer bom serviço sendo administrador do clube e vereador. Na reunião do conselho, diante das crÃticas, ele ficou quieto. Também acho que jogador, seja Souza, Josué, Felipe ou ualquer um, deve se precouapr em jogar bola. Empregado não brinca em serviço. Torcedor pode.
Quando ao São Caetano, digo a vocês que …bem, deixemos para lá. abrs
Comentário por gilberto maluf — (23:36)
Felipe também fala muito. A gente só tem o costume de ver do time contrário.
Abs
Comentário por aquinojmde — (13:07)
Pra mim, jogador deve falar com os pés, fintando, fazendo gols, criando, defendendo. Quando abrir a boca, deve ser para dizer que sabe das coisas. Quem não acreditar, que o vaie. Falar dos outros times é bobagem, a não ser que seja uma coisa séria, brava, verdadeira, pra denunciar. AÃ, como jornalista, gosto. abrs