21
de
julho
Dia 16, falando sobre o destino de técnicos interinos que são efetivados, tratando, naturalmente, de Jorginho e o Palmeiras, coloquei nesse cantinho a indagação sob o título - Mas, até quando?
A idéia, fácil de ser entendida, é que a esmagadora maioria - se não a totalidade - quando o time cai de produção, perde jogos que perderia também com técnicos efetivos, caem em desgraça, não voltam à condição anterior, vão à vida e não raro desaparecem do mapa.
Os que não entendem assim, ou não param para pensar sobre o que seria melhor para o técnico interino, insistem na sua efetivação. O futuro pouco importa, para eles.
Falando da questão esta manhã, e deixando claro que Jorginho está trabalhando como funcionário do clube, recebendo seus salários, sem precisar para isso estar ou não efetivado, o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo resumiu o que minha nota buscou dizer:
"Quero Jorginho funcionário por muitos anos, mas não quero arriscar o pescoço dele"
É preciso mais?
21
de
julho
Vágner Mancini, ex-técnico do Santos, criticou a diretoria do clube que dá ao goleiro Fábio Costa privilégios que os demais jogadores não recebem.
E foi contestado pelo presidente Marcelo Teixeira e pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, no discurso de posse. Ambos disseram que Fábio Costa já fez e tem feito muito pelo clube, merecendo, por isso, certos privilégios.
Podem estar confundindo privilégio com reconhecimento, este, sim, válido. E que nada deve ter em fazer ou não fazer o que demais não fazem, em se tratando de jogo coletivo, que exige preparação igual, cada um na sua.
Entre profissionais, o revconhecimento deve corresponder a maior remuneração, que podem incluir benefícios. E só.
21
de
julho
Uma multinacional do gênero bebida e comida, talvez a maior do mundo, vai leiloar 20 cadeiras cativas no Morumbi, setor azul, que não é o melhor, por preço inicial de 4,5 mil, cada.
4,5 mil?
Dinheiro de pinga
21
de
julho
Lançamento de livro sobre Romário no momento em que se discute a situação financeira do Baixinho - quebrado? remediado? grana boa lá fora? - exige, naturalmente, um volume II.
Para quando as coisas ficarem claras.