26
de
julho
Obina um, dois, três. E já são sete.
Até aí, tudo bem. Que o regime com porpetas deve ser melhor do que com acarajé, também tudo bem.
Que o vizinho da rua Luiziânia solte foguetes a cada gol do Palmeiras - na verdade menos do que o vizinho da Nebraska, quando o gol é do Corinthians - também tudo bem. E festa.
Mas que ele tenha resolvido imitar o que faziam os flamenguistas quando Obina marcava um de seus raros gols, já é um exagero.
O moço ficou horas gritando ão, ão, ão, Obina seleção., depois da vitória (3 a 0), aliás prometida pelo presidente Belluzzo.
ão, ão, ão, Obina seleção, nãooooooooo

