26
de
julho
Papo de quem sabe?
Diálogo entre duas torcedoras do Palmeiras, na fila do supermercado, onde compravam cervejinha para ver o jogo Corinthians x Palmeiras, pela televisão.
- Tô com medo de perdermos mais uma.
- Medo por quê?
- O time vai estar cansado da viagem de ônibus
- Se é por isso, esqueça. Eles estão acostumados a jogar depois das baladas sem nada sentirem. Fique fria.
Esperei o jogo terminar para conferir. Será que a moça sabe mesmo das coisas?


Comentário por gilberto maluf — (21:46)
O que faltou mesmo foi o Ronaldo ter dado uma passadinha no bar da Luz Vermelha. Poderia ter tomado uma poção ( abraços das meninas ) e ficaria em igualdade de condições com o pessoal das baladas.
Abs
Comentário por gilberto maluf — (21:49)
Veja o que faz uma Copa do Brasil. Estou aqui leve e saltitante ( nem tanto ) a falar de um 0 x 3.
Quanto aos demais, nunca percam de vista o G 4 !
Abs
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (22:21)
Pop’s Drinks: o grande desfalque do Timão? hehehe Boa, Gilberto!
Comentário por gilberto maluf — (6:52)
Tem um diálogo engraçado que também me lembrei. Em 19/04/77, sábado à noite, em noite de gala de Donizete, o Corinthians fez 5 x 2 no Palmeiras.
Como não poderia deixar de ser, fui alegre fazer a feira de domingo. Numa das barracas ouvi o seguinte diálogo, aliás a feira estava engraçada naquele domingo:
- E aÃ, viu só a sapatada ( 5 x 2 ) ?
- Não, não vi, acaba tarde…..
Abs
Comentário por gilberto maluf — (13:05)
Assim como aquele palmeirense falou que foi dormir e não viu a sapatada de 1997, eu nesta hora do almoço não vi o Globo Esporte. Achei que uma passada de olhos no programa Discovery Civilization talvez trouxesse algo instrutivo. Vi então um navio alemão em 1945 com 10.945 civis, a maior concentração de pessoas por m2 num navio, ser atingido por três bombas lançadas por um navio russo.
Foi a maior tragédia do mar.
Se eu fosse ver os gols da rodada nãos saberia dessa história.
O futebol nos furta da sede do saber.
Abs
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (14:20)
Sobre a sapatada de 1997, agora que vi que não era 1977 lembrei que eu estava com um amigo palmeirense (que, inclusive, sempre foi conhecido simplesmente por “Palmeirense”, ou “Palmer”), num boteco do Itaim, antes de irmos para a balada. Não preciso dizer que foi motivo para ele encher a cara. Curiosamente, foi a segunda vez que assisti ao Palmeiras perder de cinco junto com ele: a outra fora dois anos antes, nos famosos 5 a 0 sofridos frente ao Grêmio pela Libertadores. Estávamos no Guarujá, e mais uma vez foi motivo para ele encher a cara. Independentemente disso, não duvido que ele tenha enchido a cara ontem. Todo o conhecimento de cerveja de nós três juntos empalidece perto do conhecimento dele, que já aos 15 anos proferia tal pérola da sabedoria etÃlica: “Sei que me fazes mal, mas, pelo tanto que te quero, perdoo-te!”
Comentário por gilberto maluf — (15:48)
Eu educadamente falaria assim para ele:
- A frase que você proferiu aos 15 anos me faria amarelar também de vergonha.
- Mas faço votos que o motivo de sua alegria seja sempre com o time dos outros, rsrs.
Mas falando em ceveja sábado fui a um aniversário de uma amiga na Lapa, na Casa das Quengas. Na decoração, chamam a atenção as peças de roupa Ãntima penduradas em um varal.
Entre as cervejas, as geladas uruguaias Patricia, Norteña e Pilsen (R$ 11,00, cada garrafa de 960 mililitros) e a argentina Quilmes (R$ 11,00, 960 mililitros).
Se o seu amigo resolvesse encher a cara por aqui ficaria um tanto desfalcado.
Eu humildemente fui de Skol. A Original até que não estava lá muito caro, R$ 6,00 .
Abs
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (15:57)
R$ 6 por Original não é barato, mas está longe de ser caro. Hoje mesmo, num restaurante mais “chiquezinho” na Praça Dom José Gaspar estava anunciado logo na entrada que a Original estava a R$ 4,99. É que era horário de almoço, então recusei a oferta. Essas cervejas uruguaias não são ruins, mas não chegam nem perto de valer o que pedem por elas. A Quilmes é melhorzinha, mas também não tem nada de especial. Todas elas têm sabor muito próximo das cervejas nacionais. Ou seja, dá para achar coisa muito parecida por um preço muito mais baixo. E parece que foi exatamente essa solução que você achou!
Comentário por gilberto maluf — (16:04)
Alexandre, este papo de cerveja deve estar dando vontade em alguém…
abs
Comentário por aquinojmde — (17:10)
E deu mesmo, rrss. Cheguei faz pouco em Ribeirão Preto para ver a chegada, quarta-feira, da Juliana, sexta neta - três varões e três gatas. Três aqui e três na terra do Malboro. Antes de abrir a primeira, só a observação do neto mais velho, Renato, 12. Ele disse que seus comentários dão de 10 a um no que escrevo. E acabou de perder a mesada de julho. rrss. abrsssss
Comentário por gilberto maluf — (18:34)
Ele só pode estar de brincadeira. É o mÃnimo que posso falar. Acho que ele estava tentando um aumento de mesada.
Ontem, depois de uns 40 dias, não tomei nenhuma Skol. Estou querendo ficar de segunda a quinta sem beber a danada da cervejinha, mas por aqui é muuuuito difÃcil. Estou cercado de cervejas por todos os lados. Vejamos: Na esquina tem uma choperia. Do outro lado um bar que vive de vender cerveja. Em frente a este bar outro e do lado do outro, outro.rsrs.
Na rua de trás tem dois supermercados. Um, o Pão de Açucar vende a danada gelada. No outro, popular, vende mais barato mas sem gelo.
Ah, e parabéns pela neta.
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (23:18)
Zé Maria, parabéns pela neta! Gilberto, parabéns por viver no paraÃso! hehehehe
Comentário por aquinojmde — (16:03)
Se o Triângulo das Bermudas é um inferno, o quadrilátero das loiras onde vive o Gilberto só pode ser o paraÃso. rrss
Obrigado pelos parabéns (Gilberto e Alex). Direi a ela. rrss
Comentário por gilberto maluf — (17:13)
O quadrilátero não é nada especial, é que os produtos principais daqui são a cerveja e o sol.
Se faltar um deles a coisa começa a engripar.
abs
Comentário por aquinojmde — (17:31)
Que seja sol e Original, não Sol ou Skol. rrss