Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

28

de
julho

Certeza e promessa

 O Corinthians continua liberando jogadores que foram importantes nas conquistas recentes, o que já era esperado.

A desculpa, plenamente válida, é que o clube tem coisa de 100 milhões em dívidas, herdadas pela diretoria atual, vale lembrar, e precisa pagá-las.

Mas, ao mesmo tempo que libera seus melhores jogadores para cobrir burados, a diretoria promete montar um grande time para 2010, quando completará cem anos de vida

De que cartolas sairão tantos milhões é o que Alberto Pezão vive me perguntando e eu não sei responder.

Será do PAC II?

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7 Comentários »

  1. Comentário por Alexandre Giesbrecht — (16:20)

    “Precisa” pagá-las? Desde quando time de futebol grande no Brasil tem de pagar dívidas?

  2. Comentário por gilberto maluf — (17:26)

    Acho que o time de 2010 será montado no máximo para um ano. As atuais vendas foram necessárias para um desafogo financeiro até o final do ano.
    Como o ano do centenário será badalado e com certeza deverá vir, além das necessárias, uma contratação de impacto, dá para imaginar que o patrocínio de 2010 será melhor ainda. Não é preciso viver de fantasias para se imaginar que será assim.
    No time atual, basta trazer um bom lateral esquerdo e mais um para o lugar do Cristian. O Edu deve suprir mais ou menos a ausência do Douglas. Dá para realinhar mais ou menos a rota.
    Porque aquele time que entrar no início do segundo turno com uma boa pegada, deve desgarrar uns dois corpos, rsrsrs , tal e qual ao tríplice coroado de 1959 na Gávea, no Grande Prêmio ” Distrito Federal ” , o cavalo Escorial . É o que acabo de ler na Gazeta Esportiva Ilustrada de n° 139, com capa de Luizinho, o pequeno polegar, driblando Savério do Comercial ( acho que da Capital ). Fui à 2010 e voltei a 1959. Coisa de Louco! rsrs
    Abs

  3. Comentário por aquinojmde — (17:16)

    Precisa, Alex. E aí está a diferençca, pelo menos até agora, da direção do Andrés Sanches com a anterior - que não pagava e o dinheiro desaparecia. Quem sabe ele sirva como exemplo, até para a CBF, que convoca jogadores dos times e não paga os salários que deve, por lei. O São Paulo diz que tem uns 10 mi por lá.. abrs

  4. Comentário por aquinojmde — (17:20)

    Admiro sua confiançca no Timão, Gilberto. Faz lembrar do tempo (1954) que o Corinthians era chamado de Gualiicho. Sobre suas previsões (ou será esperança), como diria Antonio Guaman, “quem viver, verá” Tomara, para o bem do futebol, como dizia o Ferreirinha. abrs

  5. Comentário por gilberto maluf — (10:40)

    Zé Maria, segue uma narração hipotética em Cidade Jardim, e neste páreo o invicto Farwel foi colocado com Gualicho para ilustrar:
    A radio Excelcior volta a falar de cidade Jardim, na palavra de Vicente Chieregatti.
    - Turfista amigo, vai ser corrido o quinto páreo do programa, grande prêmio Oswaldo Aranha, seletiva para o grande prêmio São Paulo a ser corrido em maio neste ano da graça de 1954. Os animais vão se encaminhando para a fita de largada. Primeiro a chegar, é Gualicho, montado por Olavo Rosa. A seguir vem Qüiproquó, pilotado por Pierre Vaz. A seguir. El Aragonez, com Luiz Rigoni, em seu dorso. Depois vêm Farwél, montado por Virgilio Pinheiro Filho, Natam, com Candido Moreno e Atlas, Roberto Olguin. A partida será dada dos 2.400 metros grama seca. Atenção… Foi dada a partida para o quinto páreo do programa. Os animais estão agrupados fazendo a primeira passagem pelo disco, na entrada da primeira curva Natam está na ponta com Farwel em segundo, e os demais em fila indiana. Já no início reta oposta Natam abre um boqueirão a frente dos demais, 5, 6, 7, 8 corpos de vantagem para Atlas, depois vem Fardel, El Aragones, Quiprocó, mais preocupado com Gualicho, sendo que a vantagem do segundo para o último não é muito grande. Na metade da reta oposta nada mudou. Nos mil e cem metros finais, a coisa começa a mudar. Natam ainda vai na ponta, mas com vantagem menor. Qüiproquó já vai avançando com El Aragones em seu encalço. Contornam a curva da Vila Hípica. Qüiproquó e El Aragones já estão atrás de Natam. E Qüiproquó e El Aragonez avançam. Contornam a curva e iniciam a reta final. Nos últimos 600 metros, Natam, já fez o que tinha que fazer, Qüiproquó avança e vai para a ponta, com El Aragones atrás, quando Gualicho é tirado por fora, pela baliza quatro, e avança forte e passa a disputar o segundo lugar com El Aragones. Nos últimos 400 metros Gualicho passa para segundo e vai ao encalço de Qüiproquó, que tem dois corpos de vantagem, faltando 150 metros, Gualicho numa atropelada avassaladora emparelha. Quando os animais estão passando pelo totalizador, Gualicho vai para a ponta, pescoço de vantagem. Nos metros finais Qüiproquó da a ultima estocada, Gualicho resiste, e assim cruza o disco final. Em primeiro, Gualicho, com Qüiproquó formando a dupla 12. Depois El Aragones, as duras penas em terceiro. A seguir Farwel, Atlas e Natam, completaram o marcador. Este, é o resultado do quinto páreo do programa. Os animais vão retornando e repesagem, e nos voltamos aos estúdios da radio Excelcior. Alô estúdio.
    Justificativa do autor:
    Totalizador, no jóquei, sempre existiu. O totalizador era feito manualmente por um funcionário do jóquei com GIZ. Eu freqüento jóquei, desde 1953, e sei do que estou falando. Conheço turfe como a palma da minha mão. Farwell foi colocado nesta por mim. Apenas como homenagem ao grande animal que foi, e invicto em cidade jardim. Meu propósito foi apenas de mostrar aos não turfistas como era uma irradiação de turfe pelo radio. Na narrativa simbólica que fiz, coloquei vários jóqueis que jamais montaram aqueles cavalos. O único que realmente montava um daqueles animais foi Olavo Rosa. Titular do dorso de Gualicho. Os demais eram apenas para citá-los. Coloquei Candido Moreno e Virgilio Pinheiro Filho como homenagem póstuma. Os dois morreram em plena pista gramada de cidade jardim. Um abraço a todos. MárioLopomo

  6. Comentário por gilberto maluf — (10:43)

    Ontem fiquei indignado com o atual meio-de-campo do Corinthians. A transição defesa - ataque quase me desesperou.
    É, parece que teremos tardes e noites de angústias e ansiedades.
    abs

  7. Comentário por aquinojmde — (14:27)

    Fui ao Joquei três vezes, duas para almoçar - nos anos 50/60 era charmoso - e numa fiz aposta num cavalo mal das pernas, dica dada por um colega de turma na faculdade, cuja família era proprietária. Apostamos, eu e o Edmur Chieregatto, e ganhamos. Nunca mais apostei - sou ruim de jogo - e digo que sou um dos poucos que venceram o joquei (rrss). Mas ouvia sempre narração junto com o Edmur, que gostava, e o Hélio Cabral, que foi narrador e comentarista de turfe. Nos formamos juntos, tivemos escritório na Senador Feijó; Depois o Edmur foi ser professor na GV e o Hélio torcou-se jornalista e delegado de polícia. Lendo sua narração me vi ouvindo o rádio. Lembro-me quando ele dizia no final da prova… e cruzam o disco, sem que possamos afirmar com certeza quem foi o vencedor… Quanto ao meio de campo… desconfio que momentos de tensão vocês terão pela frente. Mas os títulos (dois) e a vaga estão no papo. abrs

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