Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

19

de
julho

Olhar o resultado ou também a atuação do time?

Quando a maré tá boa, o goleiro tira a bola no ângulo, o zagueiro salva sob a risca do gol, o árbitro se equivoca, marca um pênalti que o especialista em arbitragem diz não ter sido e ainda expulsa o zagueiro que teria tirado a bola com a coxa e não com o braço. Isso, ainda no primeiro tempo, aos 27.

Quando a maré continua boa, o time sofre forte pressão do adversário, que joga com dez, no segundo tempo, o vê desperdiçar pelo menos três chances para empatar, antes de fazer seu segundo gol, sente que o árbitro conhece a  manha do jogador mais perigoso do time inimigo e não marca as faltas que ele tenta cavar. E só assinala um pênalti, cavado, aos 39, quando os três pontos parecem garantidos. 2 a 0 ou 2 a 1 dá no mesmo.

O que importa, naquelas alturas, é que o time chega aos 20 pontos e sobe na tabela.

Mas, como não se deve achar que a maré vai estar sempre mansa, pode valer a pena analisar a partida não apenas por seu resultado. E aí, vale a pena notar que o time sumiu fisicamente na segunda etapa, esteve perto de sofrer um ou dois gols, além do convertido pelo pênalti cavado. E que dizer que tal só aconteceu porque o inimigo, perdendo o jogo foi para cima, é chover no molhado ou tapar o sol com a peneira  - o que dá no mesmo.

 

19

de
julho

Borges ou Dagoberto?

Borges não jogou e Washington marcou os dois gols do São Paulo na vitória (2 a 1) sobre o Santos, um deles com um passe sob medida de Dagoberto, que jogou coletivamente em outros momentos da partida, assim como continuou fominha em alguuns,

Borges não jogou por estar cumprindo pena de suspensão. Voltará contra o Internacional, próximo jogo? Ou Ricardo Gomes continuará com a dupla Dagoberto-Washington?

Em situação parecida, Muricy Ramalho deixou Borges no banco, fazendo-o entrar apenas no decorrer do segundo tempo, quando fez um gol.  No final da partida, entrevistado, Borges, de alguma forma, contestou a escalação inicial do time.

Muricy foi ouvido, colocou que ele escalava o time, uma verdade, e no jogo seguinte escalou Borges como titular, ao contrário do que muitos imaginavam. Para estes, faltou pulso ao técnico, que devia ter continuado com Borges no banco.

Será? Será que Dagoberto, mesmo fominha, faz melhor dupla com Washington do que Borges, que sempre quer marcar para mostrar que deve ser ele o titular?

17

de
julho

Itaquera fica ou volta?

Estão no Tribunal de Justiça, em grau de recurso, para onde foram remetidos em junho, os autos do processo 053.01.016060-7, onde o Ministério Público Estadual pede à Prefeitura Municipal de São Paulo a rescisão da concessão de uso do imóvel pelo Sport Clube Corinthians Paulista, em Itaquera.

A ação origina-se da 14a Vara da Fazenda Pública e foi proposta em 2001. O MPE pede que a área seja colocada à disponibilidade do município, incorporando-se ao patrimônio todas as benfeitorias que tenham sido ali realizadas.

O prosseguimento da ação nada tem a ver com a visita doprefeito GilbertoCassab ao Parque São Jorge há dois dias.

17

de
julho

Em cheque ou dinheiro vivo?

Vanderlei Luxemburgo está acertado para voltar a dirigir o Santos pela quarta vez e só falta assinar. Ou seja, não tem nada certo.

Acontecendo a nova descida da serra, Luxemburgo receberá seu salário em cheque ou em grana viva?

Recorde-se que no Palmeiras, segundo informação do financeiro do clube, o pagamento era feito em cheque, já que as contas bancárias do técnico estão bloqueadas pela Justiça.

17

de
julho

15 anos do voo da alegria

Sem festas, talvez pela falta de brilho na conquista, comemora-se hoje 15 anos da conquista do tetra, nos Estados Unidos.

Amanhã, também sem festas,completarão15anos do voo da alegria. Aquele em que o aviãoque trouxe a delegação dos Estados Unidos pousou no Galeão estourando de muamba.

Lembra-se?

Por falar em voo da alegria, como será que tudo acabou. Em pizza?

16

de
julho

Mas, por quanto tempo?

Venho acompanhando calmamente  a posição de Jorginho na direção do Palmeiras. Não pela forma dele treinar o time, que não frequento a Academia. Nem de dirigi-lo durante as partidas, que também não sento no banco de reservas. Tenho acompanhado e analisado por suas entrevistas, falando pausado, mostrando tranquiliade, revelando segurança, pés no chão.

Talvez a esperança de vir a ser efetivado, o que anteciparia seus planos de um dia tornar-se técnico efetivo e não auxiliar. Seguida da certeza de que, ocorrendo a efetivação, estará sempre com o pescoço na forca, prontinho para ser decepado após algumas derrotas.

Coisa que, com maior ou menor tempo de clube, acaba acontecendo com todos os técnicos. Luxemburgo, Muricy, Parreira, apontados como técnicos de primeira linha,  mais Mancini, uma grata revelação, estão aí para não me deixar mentir.

Mas, com uma diferença muito grande, e da mesma forma conhecida. Os efetivos são demitidos, pegam uma boa grana e logo são procurados por outros times. Os interinos que assumem, vão dando certo, conseguem boas vitórias, recebem o apoio dos jogadores, da torcida, ao contrário dos efetivos, quando caem, vão para o desvio.

Se voltam para o posto de substituto matam a carreira, ficam marcados, desanimados, por mais que digam o contrário. Se saem logo, jogados no mercado, vão sem bom curriculo, sem apoio forte da imprensa. Saem de um clube grande e só conseguem pegar um pequeno, onde a gangorra é ainda maior. Vão girar o mundo, aceitando salários menores, quese nunca pagos em dia - quando pagos.

É duro, mas é a verdade do nosso futebol. Nesse mesmo tempo em que acompanho a trajetória de Jorginho venho tentando lembrar-me de interinos que foram efetivados e que vingaram logo de cara. Ou mesmo com o tempo. E sempre me vem na mente o Rojas, no São Paulo. Por onde andará?

16

de
julho

Com 11 ou com 10? (II)

Tenho dito aqui que, desde que os estádios "cresceram", que os grandes jogos deixaram de ser disputados em alçapões, com interferência direta do torcedor, é melhor, no tal mata-mata, jogar a primeira em casa, fazendo logo o resultado. E que, time que não tem competência para fazer o resultado em casa, não merece mesmo ganhar nada.

Ontem no Mineirão minha tese ficou provada mais uma vez. Não adianta lotar arquibancadas, gritar, soltar foguetes perto do hotel do adversário na noite anterior ao jogo, porque torcedor ajuda, mas muito pouco, e não marca gols.

Jogando em La Plata, seu campinho, com a responsabilidde de ganhar a primeira, o Estudiantes, naturalmente nervoso, não foi além do empate contra o Cruzeiro, na primeira partida. O empate não era o melhor resultado, mas as defesas do goleiro brasileiro, salvando o time, valiam muito - como valeram.

O empate transferiu para o Cruzeiro a obrigação de ganhar em casa e, com ela, o nervosismo. Tinha mais: saber que arbitragem estrangeira é diferente da nacional, porque os árbitros chegam, apitam e vão embora, sem medo de serem marcados por não ajudar o time mais forte ou o time da casa.

A questão que coloquei foi: o Cruzeiro, que tinha melhor chance de vencer, o fará com 11 ou com 10 em campo? A dúvida era, se Kléber, chamado de gladiador por sua forma de jogar, cavando faltas, usando os cotovelos, trerminaria ou não a partida. E se, fazendo força para fiar em campo, não mudaria sei jeito de atuar, tornando-se menos efetivo.

Kléber ficou em campo os 90 minutos mas, como Serginho Chulapa na copa de 82, foi um jogador apático, depois de levar o amarelo numa confusão em que, é verdade, pelo menos mais dois de cada lado, além dele e Verón, deviam ser punidos. Como o árbitro, inteligente, queria ter o controle do jogo, preferiu punir apenas um de cada lado, escolheu Kléber pelo do Cruzeiro, naturalmente por seu passado e sua fama.

Sem  a marca do gladiador, em quem todos confiavam para o Cruzeiro se impor em campo, prevaleceu a garra argentina. Jogando duro, é verdade, como fez o Cruzeiro, mas limpo, dentro do que se pode exigir numa decisão como a da Libertadores.

Detalhe. Não deu nem para reclamar da arbitragem, de violência, de catimba, de nada. Além de lamentar perder para um time que nada tem de especial e que será presa fácil para o Barcelona no final do ano.

 

15

de
julho

Pirados por futebol

Meus dois netos, Renato, 12, e Fernando, 7, armaram uma boa para cima de mim, que eu gostei muito.

Chegaram com jeito de quem não quer nada e perguntaram, em dueto.

"Zé Maria, você vai dar presente de Natal para nós dois?

"Respondi que sim. Claro que vou dar. E eles, sempre em dueto.

"Zé Maria, você acha que presente de Natal só se dá no Natal ou pode ser antes?"

Não entendi aonte eles queriam chegar e por isso mesmo dei corda, dizendo que pode ser antes ou depois, também. E eles.

"Zé Maria, você pode nos adiantar já o presente do Natal deste ano,. Ou, se preferir, o do Dia das Crianças?"

Até para descobrir logo qual era a deles, respondi que sim. E eles.

"Então compra o album de figurinhas PERDIDOS POR FUTEBOL para nós. Um para cada um, tá?

E antes que eu fizesse mais alguma pergunta, completaram a grande jogada (deles).

"Se quiser conhecer antes, Zé Maria, vá ao site www.piradorporfutebol.com.br . É coisa de louco de bom.

Fui, gostei e comprei um para mim também. Juntar figurinhas não tem idade. Ainda mais quando é para agradar filhos ou netos, e  se pode ganhar bons prêmios.

Somos pirados por futebol;

14

de
julho

Com 11 ou com 10?

Voces já viram que o máximo que aposto é uma cerveja ou uma mariola. Amanhã, sem apostar, acho que o Cruzeiro ganhará a Libertadores. Só coloco no futuro porque o jogo é jogado e a galinha ainda não cantou. 

‘Pelo que mostrou na primeira partida, segurando um bom empate e tendo chance de vencer - sem esquecer, é claro, que seu goleiro fez pelo menos três grandes defesas - o Cruzeiro deve ganhar sem risco de prorrogação.

A questão é:- será campeão com 11 em campo ou com 10?

Na primeira partida - alertei aqui - o Kléber, que mais cava e faz faltas do que recebe, tentou usar dessa artimanha, sua especialidade, e não se deu bem. Na segunda que tentou, recebeu amarelo e daí pra frente, mostrando que não é louco e apenas se faz,  se mancou. Buscou não cavar tanto e não fazer faltas, caindo muito de produção.

No seu melhor lance, jogou a bola para fora nos últimos minutos de jogo.

Para o de amanhã, o chamado Gladiador tem dito que aquele gol perdido não fará falta - o que permite a leitura de que ele e seus companheiros marcarão o bastante para garantir o título.

O que me parece bastante provável. Desde que o Estudiantes, mesmo fechando-se na defesa, como deverá fazer, não dificulte muito a marcação do primeiro gol mineiro. Não a ponto de irritar Kléber e levá-lo a cavar mais ainda as faltas. Nesse caso, o feitiço poderá virar contra o feiticeiro e ele acabar indo tomar ganho mais cedo.

É bom lembrar que a arbitragem não é brasileira, e que o trio não precisa ir para campo pensando nas rodadas seguintes do nosso campeonato.

Com 11 ou com 10?

14

de
julho

Detalhes tão pequenos de nós dois…

 Um dia, em papo entre amigos, um ex-árbitro, depois de jurar que ele mesmo não agia assim, contou-me que quando se quer favorecer um time, precisando, naturalmente, gafar outro, é no jogo deste, de preferência longe das câmeras de televisão, que se faz o serviço.

Um exemplo. É para favorecer o time "A", que joga na Capital, o serviço é feito em cima do time B, que vai jogar no interior (sendo campeonato estadual), ou contra um pequeno, em qualquer outro estádio. O serviço deve ser feito longe dos olhos das câmeras.

Quando se quer punir um jogador que cometeu falta séria, mas ao mesmo tempo limpar sua barra, aplica-se pena em jogos. Quando se quer pegar um jogador, sem deixar uma saída para ele, se aplica pena em dias.

A pena em jogos deve ser cumprida no mesmo campeonato em que foi cometida a falta. Foi o que aconteceu com Diego Souza no jogo contra o Santos. Lembra-se? Como o novo Paulista só será disputado em 2010…

A pena em dias deve ser cumprida imediatamente. É o que vai ocorrer com D’Alessandro, do Internacional, que acaba de pegar 60 dias de suspensão, também por tentar agredir adversário etc.

Dá para entender? Claro que sim. Mas será que a diferença tem alguma coisa com o fato dele ser argentino e os argentinos andarem se metendo em confusão no momento?

14

de
julho

Abrindo o velho armário

O Santos mandou embora Vágner Mancini como se ele fosse o culpado pela campanha do time no Brasileiro, e não a fragilidade do elenco.

Ato contínuo, a diretoria disse que quer apresentar logo o novo treinador, falando-se em três de primeira linha, pela ordem: Muricy Ramalho, Felipão e, por fim Vanderlei Luxemburgo.

Felipão está empregado, e mal assumiu o Bunyodkar, do Uzbequistão. Sendo do tipo que cumpre a palavra, as chances de assumir o Santos são ZERO.

Muricy parece mais disposto a viajar, dar um tempo no mundo árabe, do que pegar pepinos por aqui. E Luxemburgo, além de ser do tipo chamado de "caro", andou dando cano no Santos, o que muitos ainda não esqueceram.

Fazendo análise parecida, Márcio Fernandes anda arrumando a mala e procurando a chave do velho armário.

13

de
julho

Bobagem que é verdade

Hugo, jogador do São Paulo, disse que nos tempos de Muricy Ramalho sempre sobrava para ele. Ou marcava gols ou saía do time.

Não sei se Muricy alguma vez fez tal cobrança ao Hugo ou mesmo se insinuou tal absurdo. Nem sei se algum dirigente ou aspone cobrou tal bobagem do meia.

É absurdo e bobagem dizer a qualquer jogador que ele só fica no time de marcar gols.

Agora, tenham ou não dito tal asneira ao Hugo, quem olhava o time jogar tinha a nítida impressão que todos os atacantes - Hugo, Borges, Washington, Dagoberto ou qualquer outro inventado - iam para campo carregando essa obrigação: quem não marcar gols deixa o time.

E aí, todos se tornavam fominhas. Não olhavam o companheiro melhor colocado, arriscavam de qualquer lugar, sem a menor chance de acertar. É só fazer um levantamento nos jogos gravados que o São Paulo tem em seu arquivo.

Ou é por outra razão que vivem dizendo que Borges e Washington não se dão? Quando, na verdade, eles apenas não se entendem em campo. E não se entendem porque jogam para eles e não para o time. 

13

de
julho

Xeróx na mão

A CBF confirmou para Presidente Prudente, dia 26 próximo, o jogo Palmeiras x Corinthians. Até lá, a diretoria do Verdão terá resolvido se efetiva Jorginho como técnico.

Se o fizer, será bom dar a Jorginho um xerox do contrato, com firmas reconhecidas.

Nada contra o Palmeiras, não.

É só para o caso dele precisar passar por perto do Mano Menezes e este decidir chamá-lo de interino, como fez com Mílton Cruz, do São Paulo, tentando diminui-lo.

13

de
julho

Quem paga e de quanto será o seguro?

O amistoso entre Corinthians e Flamengo, na Palestina, está confirmado para dia 15 de setembro.

As duas delegações, por razões óbvias, viajarão juntas. Afinal, é um jogo pela paz.

Os organizadores querem viajar com a TAM, mas há uma empresa palestina tentando ser a transportadora dos craques.

Uma perguntinha bem natural

Quem vai pagar e de quanto será o seguro para carga tão preciosa? Ainda mais com as estrelas viajanto juntas.

13

de
julho

Gerentes de cabelo em pé

Vanderlei Luxemburgo, Muricy Ramalho e agora Carlos Alberto Parreira, três dos técnicos mais bem pagos no Brasil, estão em férias forçadas.

Nenhum deles vai ficar sem ir à feira esta semana. Nem deixar de dar a mesada dos filhos ou dos netos.

Mas já estão deixando os gerentes dos bancos onde recebiam seus recheados (e  merecidos) salários preocupados com o balancete do semestre.

11

de
julho

Mãos erradas

Presentear o presidente dos Estados Unidos, terra da bola bicuda - com uma velha camisa da seleção brasileira - como fez o presidente Lula -, é uma fria.

Se tivesse dado a amarelinha, com tantas assinaturas, ao primeiro ministro da Inglaterra, seria uma quente. Talvez quentíssima.

Explico: lá eles costumam pagar fortunas com "relíquias" como essa, quando vão a leilão.

Não faz muito, uma camisa usada por Pelé na Copa de 58, foi arrematada por US$105.600, mais de R$ 200 mil. E tinha apenas uma assinatura, Tá certo que a do Rei.

 

10

de
julho

“Hoje é meu dia amanhã será o seu…”

Político que acoberta político sabe o tamanho do rabo que tem

10

de
julho

Decisões acertadas

Muricy Ramalho fez bem em pedir o que acha que vale para dirigir o Palmeiras. Dizem que no São Paulo Muricy faturava 350 mil por mês, e que pediu 70% acima + ou - para pular o muro.

A diretoria do Palmeiras também fez bem em não pagar o que Muricy pediu, estando o pedido muito acima do limite estabelecido pelo clube.

A torcida do Palmeiras fez bem em apoiar a investida sobre Muricy. Agora dependerá dela o técnico que vier a ser contratado executar um bom trabalho no clube. Lembrando, mais que tudo, que a contratação de Muricy, por si só, não garantiria vitórias nem conquistas.

Muricy é um bom técnico, mas deixou o São Paulo exatamente por não ter, o time, com ele, conquistado o que a diretoria e a torcida esperavam.

E Vanderley Luxemburgo, que deixou o Parque Antártica - um pouco pelo muito que ganhava, um pouco por interesse na transferência (?) de Keirrison, um pouco para agradaar à torcida, à qual desagradava - não é menos competente que Muricy. E como ele não era garantia absoluta de vitórias e conquistas. É só ver os resultados.

A torcida deve analisar o técnico que vier olhando juntamente para o elenco que o Palmeiras tem.

 

10

de
julho

Convidados especiais

A cidade de São Paulo comemora de hoje a domingo, na República Independente da Mooca, a 24a festa da pizza.

Senadores e deputados federais não pagam

Afinal, ninguém nessa Terra de Santa Cruz conhece mais sobre a redonda que eles.

Deputados estaduais e vereadores pagam meia porção

8

de
julho

Quantos são os torcedores do Flamengo?

Usando do sagrado direito de falar o que pensa, sem se deixar policiar por aquela bobagem, tão comum, do politicamente correto, Ronaldo colocou em dúvida se o Flamengo tem mesmo a maior torcida do Brasil.

Falou, e provocou enorme reação dos comandantes e dos apaixonados pelo Mengo. 

"Ronaldo agora virou brincalhão" - ou coisa parecida - gritou o vice Kléber Leite.

Ronaldo fez como Pelé, abriu a boca para falar bobagem. Diz João Areosa, na sua sempre excelente coluna, no Jornal dos Sports, hoje.

O tema é antigo. E as pesquisas são muitas. Quando se trata de pesquisa nacional, o Flamengo surge mesmo como o time de maior torcida. Não se sabe se as pesquisas exigem do pesquisado a indicação de um único time, como Ronaldo insinua não ser.

To be or not to be?

Deixo pra lá. Fico com o número de apaixonados que dão para cada time. Vela comigo:

O Flamengo tem (dizem) 35 milhões de torcedores. O Corinthians, segundo colocado, tem 30 milhões. O São Paulo se coloca em terceiro, com 15 milhões. Atlético Mineiro, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Vasco, Fluminense, ficam entre 4 e 10 milhões. E não falei no Bahia, no Sport…

 Somando os torcedors só dos três primeiros colocados temos 80 milhões. Dando a média de 5 milhões para os outros citados, teremos mais 40 milhões, perfazendo 120 milhões, para uma população de, arredondando, 190 milhões de brasileiros.

Agora, tiremos desses 190 milhões os que não gostam de futebol e, portanto, não torcem para time algum. Depois tiremos as crianças de até 8 anos, que não são pesquisadas.

Não parece haver um desequilíbrio muito grande? Não dá a sensação de que, em se tratando de futebol, os números são dados no chutômetro? 

« Posts mais novosPosts mais antigos »

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://josemariadeaquino.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.