Zé Maria Aquino

José Maria de Aquino iniciou com o JT, 66. Prêmio ESSO 68, com Michel Laurence. Placar 70-82, 2 Prêmios Abril. Estadão 82-90. TVGlobo, chefe redação-SP, comentarista Copa-82. Consultor Sportv/Arena. 3 Olimpiads, 4 Mundiais. Tv-Terra e RBTV

27

de
novembro

“As uvas estão Verdes”

Sexta-feira é manhã em que a oficina do Franquito fica lotada desde cedinho. Para o cafezinho - frio e fraco, mas de graça - e para as fofocas do futebol, mais gostosas quando lá estão o tricolor Júnior e o corintiano Alberto Pezão.

Hoje não foi diferente e a platéia, de quase 15 bicões, teve de ouvir Júnior esbanjar conhecimento (decorado) e destilar, com ironia, bilis sobre o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, pegando de raspão o do Corinthians, Andrés Sanches.

"Olha, Pezão, o Ministério Público está errado em querer processar o professor Belluzzo por incitação à violência. Seu discurso para os companheiros (dele) da Mancha Verde teve mesmo a conotação que ele disse.

"Ele só quis dizer aos torcedores do porco que é preciso massacrar os "bambi". Quer dizer, montar times melhores para conquistar seis títulos brasileiros, três da Libertdores, três mundiais…"

"E mais, construir um grande clube, com o maior conjunto de piscinas da América Latina, um estádio, que mal ou bem, está lá, erguido com trabalho inteligente e será usado para jogos da Copa 2014.

"O Belluzzo quis dizer aos porquinhos que o Palmeiras ( e o Corinthians) foram fundados muito antes que os "bambi", mas estão séculos atrasados. Não sei se eles entenderam as palavras do professor, mas foi isso que ele quis dizer. Nada de violência..

"O professor, embora presidente do Porco, estava disfarçado de raposa e, como deve, claro, ter lido a fábula A Raposa e as Uvas, de Efoso, reescrita por Jean La Fontaine, ao contrário do presidente corintiano, queria dizer que "para ele quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes (e não Verdes), estão azedas, não me servem. Se alguém me der esss uvas eu não comeria…"

"Sabe o que isso quer dizer, Pezão?

"Que desprezar o que não se consegue alcançar é fácil…"

Vaias, aplausos e silêncio, meu e do Lucas, que não nos metemos nesses papos filosóficos.

 

26

de
novembro

A má e a boa nota

A má, para os supersticiosos:

Um gambá entrou na estação de luz do Flamengo, provocou curto circuito e deixou o clube às escuras.

A boa, para aliviar os supersticiosos:

O gambá morreu eletrocutado. 

Se num momento houve medo de que o Mengo não vencerá o Timão no domingo, no outro tudo clareou com a morte do gambá

26

de
novembro

Acabou o encanto?

Ando mal de palpites.

Quando o Fluminense marcou seu gol contra a LDU em menos de um minuto, amigos, no clube, chamaram minha atenção: "olha a máquina tricolor".

Brincando, disse a eles para não se entusiasmarem, porque tinha visto o jogo à tarde e o placar foi 4 a 1, para a LDU.

Risos

Fim do primeiro tempo, a televisão desligada, me mandei para casa. Quando cheguei, lá estava - LDU 4 a 1.

Sorri, sozinho. Mas depois veio o quinto gol e eu errei mais uma vez.

Brincadeiras à parte. A goleada poderá acabar com o encanto tricolor nas duas partidas que precisa vencer - Vitória, em casa, e Coritiba, fora - para tentar se safar da série B?

26

de
novembro

Férias na Sardenha

Um velho ditado diz: "quer conhecer uma pessoa, dê a ela poder"

Esse não é, definitivamente o caso do professor Luiz Gonzaga Belluzzo, palestrino, presidente do Palmeiras.

Se é possível separar uma pessoa da outra, sendo ela a mesma, esse é o caso do torcedor Belluzzo.

Não falo mais da explosão contra o árbitro Carlos Eugênio Simon, quando Belluzzo devia ter descarregado uma tonelada de adrenalina enquanto esbravejava.

Falo agora do seu discurso na festa de uma das torcidas uniformizadas do Palmeiras. Um momento light, de descontração, de alegria, voltado para a aniversariante e sem razão para lembrar e falar de adversários. Não havendo motivo para descarga de adrenalina, qual a razão para fugir da pauta?

Professor Belluzzo, como presidente e como torcedor não passa por um momento muito feliz.

Talvez devesse tirar longas férias na Sardenha.

24

de
novembro

Dessa me livrei há muitos anos

Não vou dizer que nunca fiz. Estaria mentindo, o que não é meito feitio. Fiz sim, ao longo desses anos todos, e logo nos primeiros, a famosa relação dos melhores do campeonato. Devo ter feito umas três ou quatro, não mais. Depois disso, sempre me esquivei.

Por uma razão que me parece simples: se não assisto nem a metade dos jogos disputados. Se não vejo, mesmo sem analisá-los, se quer 30% deles, como é que posso dizer que tal goleiro foi o melhor? Talvez porque foi o menos vazado? Mas isso não prova nada, porque pode jogar atrás de uma boa defesa.

Do goleiro ao ponta-esquerda - ainda existe ponta-esquerda? - como, sem me sentir um cara de pau, posso relacionar os 11 melhores em 380 jogos. Pense bem. Dá para cravar? Já vi grupo de colegas preenchendo o formulário, com um perguntando ao outro quem ele havia escolhido para tal e tal posições. Um para o outro e o outro para o um.

Já li relação da melhor seleção do mundo em todos os tempos com jogadores húngaros da grande seleção magiar de 54, quando os jogos não eram exibidos aqui e que vieram ao Brasil para apenas duas partidas, uma no Rio e outra em São Paulo, com o Honved

Já vi seleção com Leônidas da Silva escalado por quem tinha seis anos quando o Diamante Negro parou. E ouvi do votante que o havia visto jogar duas vezes, levado pelo tio. Fried já ganhou votos de jovens que podem ser meus filhos - e eu só o conheci por fotografias. Uma ou duas.

Falando sério. Mesmo Maradona, que alguns daqui acham igual, melhor ou só um pouco inferior a Pelé, quantos jogos, de verdade, esses companheiros - jornalistas ou não - o viram de fato disputar? 20? 30? 40?

Não procurem em lugar algum minha seleção do campeonato - que de fato nada acrescentaria. Não procurem, porque não tenho poder nem tempo para tanto.  

A relação de 33, da qual sairão os 11 melhores do brasileiro deste ano, faltando duas rodadas importantes, já foi divulgada. Como dizem que a pressa é inimiga da perfeição…. lembro-me que o melhor jogador da Copa de 2002 foi o goleiro Oliver Kahn, da Alemanha, que levou dois gols (a zero) do Brasil na final

Meu voto seria para Rivaldo, só por aquela abertura de perna para Ronaldo matar Oliver Kahn, no segundo gol.

24

de
novembro

Toc, toc, toc

Vermelho como camarão frito, depois de curtir o feriadão nas areias da Praia Grande, que chama de "Long Beach", Roberto Pezão finalmente deu as caras na oficina do Franquito, onde sempre encontra o amigo Júnior, um dos sócios.

Tenta brincar, perguntando se Júnior vai ser corintiano desde criancinha no domingo, mas para de estalo, ao ver o amigo batendo na madeira do balcão.

"O que é isso, tricolino? Isolando por minha causa? Coisa feia."

"Desencarna, Pezão, não é nada com você, não. Tô isolando porque o presidente Lula disse que vai torcer para o meu São Paulo ser campeão. Isola. Pé de pato, mangalô três vezes. Cruz credo."

Silêncio absoluto.

 

23

de
novembro

Se todos fossem iguais a você…

… que maravilha torcer

Os jogadores do Wigan, 15o colocado no campeonato inglês, levou uma lavagem por 9 a 1 do Tottenham na última rodada. Envergonhados, não tiveram dúvida.

Prometem devolver aos torcedores o dinheiro gasto para ver o vexame.

Um dia chegaremos lá 

23

de
novembro

Por que Jesus não pensou antes?

O presidente Lula, de coração do tamanho do Brasil, propõe um amistoso entre a seleção de Dunga e combinado formado por jogadores de Israel e Palestina. Seria batizado de "o jogo da paz" e disputado em março de 2010.

Lula acredita que o futebol ajudaria, finalmente, instalar a paz entre Israel e Palestina, que não se entendem desde o século III dC.

Meu Deus do céu, por que Jesus não pensou antes, Luis?

23

de
novembro

Mala branca, mala preta, mala cinza

Depois do empate contra o Goiás, com sabor de goleada, como gostam de dizer, tinha mesmo que aparecer alguém do lado do Flamengo para tentar arranjar uma desculpa para os 83 mil torcedores que estiveram no Maracanã e os milhões que sofreram diante da televisão.

Sem técnico ou dirigente para assumir a choradeira,  Ronaldo Angelim disse que os jogadores do Goiás receberam "mala branca" com 300 mil de agrado, enviada, naturalmente, pelo São Paulo.

Tem quem gosta e diz ser normal, entre eles o técnico Mano Menezes, eu repudio mala de qualquer cor.

No caso, tendo de enfrentar o mesmo Goiás, domingo em Goiânia, teria o São Paulo, desde então, mandado duas malas, uma branca e outra preta (para o Goiás entregar a merenda no Serra Dourada?) Ou, para não dar na vista, teria mandado toda grana numa mala só - no caso, cinza?

Time que, mesmo desfalcado, deixa o Botafogo virar um jogo que está vencendo por 2 a 1, não tem pinta de campeão. Assim como time que, completo, empurrado por 83 mil fanáticos, mal se salva de uma derrota contra o Goiás.  

Como o título, ainda assim, ficará com um dos dois, resta saber qual se mostrará menos incompetente nos dois jogos que restam.

ET. Ronaldo Angelim deveria pedir à diretoria do Flamengo para mandar um baú branco para o Goiás.

22

de
novembro

Lições repetidas

Se a CBF e quem mais comanda o Brasileirão tentasse, mesmo usando todas as artimanhas que o torcedor adora ver em cada jogo, em cada lance duvidoso, em cada derrota do seu time e vitória do inimigo, ainda assim não conseguiriam embaralhar tanto e tão bem o campeonato, como está acontecendo.

Ao contrário de Botafogo e São Paulo, que admitia qualquer resultado, graças à irregularidade e os desfalques do time paulista e o mando de campo do carioca, quem, em sã consciência, podia admitir uma derrota e mesmo um empate do Flamento diante do Goiás, no Maracanã lotado por (público divulgado) 83 mil fanáticos?

Ainda mais indo para campo sabendo da derrota do São Paulo (3 a 2), que lhe dava a chance de terminar a rodada em primeiro lugar.

A derrota do Atlético para o Internacional, no Mineirão, com público superior a 40 mil pagantes, se não era previsível, era possível. É só olhar a campanha irregular do Galo, desde que se assustou com a possibilidade de chegar ao título.

As lições recebidas s ão as velhas conhecidas: não se vence na véspera e torcedor pode ajudar, mas não ganha jogo. Não ganhou no Maracanã e perdeu no Mineirão.

Melhor, é que, tirando o Corinthians, que sempre arranja uma desculpa para tentar justificar suas derrotas, nem erros de arbitragem São Paulo, Flamengo e Atlético encontraram para reclamar.

O campeonato, que podia ter sua sorte selada nesse domingo, caso o Flamengo fizesse sua lição de casa - embalado, ganharia do Corinthais, em Campinas, e do Grêmio, no Maracanã - fica cada vez mais indefinido. O São Paulo tem um ponto de vantagem sobre o Flamengo, mas pega o mesmo Goiás, domingo, em Goiânia.

O Flamengo enfrenta um Corinthians com cabeça nas férias, e o Internacional visita o Sport, saco de pancadas, no Recife, terminando o torneio contra o Santo André, no Beira-Rio. Difícil tirar os seis pontos de direfença para o São Paulo, mas não impossível.

Não tenho encontrado muitos sãopaulinos que depositem fé no Corinthians contra o Flamengo. Mas domingo, podem ter certeza, o Goiás terá a maior torcida do Brasil. Torcida que, já vimos, não ganha jogo. Ainda mais à distância. 

22

de
novembro

Mamão com açúcar

O que mais tenho encontrado nesses dias é corintiano dizendo que quer ver o time entregar o jogo para o Flamengo, "para que o São Paulo não seja tetra."

Mas, vendo as fracas atuações do Timão, que ontem perdeu para o Náutico, de virada, com um jogador a menos, no Pacaembu, acho que não será preciso "entregar" o jogo. O Flamengo deve ganhar fácil, e se o Corinthians não tomar cuidado, de goleada. 

O Náutico, para quem não se lembra, está na zona de rebaixamento.

20

de
novembro

Salto queimado

Desempregada desde que alguns atletas brasileiros foram flagrados no exame antidoping e juntamente com ela viram seus contratos rescindidos com a empresa que os patrocinava, Maurren Maggi, 33, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, passa por dificuldades.

Deixou de morar no belo apartamento que tem no Itaim e não quita o condomínio nos últimos quatro meses

19

de
novembro

Ausentes

Foi realizado mais um jantar para arrecadar fundos que ajudem Luiza Erundina pagar os 350 mil reais a que foi condenada pela Justiça por atitude assumida quando era prefeita de São Paulo, considerada irregular.

Paulo Maluf e Pita não estiveram presentes, mais uma vez

19

de
novembro

A outra mão de Deus

Uma coisa eu, que não tenho poder para nada, digo. Se dependesse de mim, falando de Mundial, a França teria cadeira cativa.

Ontem, o grande Henry, mais discreto, é verdade, mas não de forma menos definitiva, repetiu Maradona na Copa de 86, quando marcou um gol com a mão e, irônico, disse ser a de Deus. O gol determinou a vitória da Argentina sobre a Inglaterra.

Henry, no momento de maior desespero para o time e a torcida francesa, ajeitou a bola com a mão e a entregou, com açúcar e carinho para Gallas fazer 2 a 1 e eliminar - pelo menos por enquanto - a Irlanda da Copa da África do Sul.

Tão zelosos com tantas pequenas bobagens, o que farão os senhores da Fifa diante das imagens claras e da própria confissão de Henry?

Acolherão o pedido de anulação da partida feito pelo Ministério da Justiça da Irlanda? Marcarão Henry, como fizeram com Maradona, pegando-o de jeito mais tarde? Ou deixarão tudo como está, e não se fala mais nisso?

Vive la France

19

de
novembro

Ciranda, cirandinha…

Saudade dos meus tempos de criança…, que me trouxeram à lembrança.

Condenado pela Justiça italiana e pela Corte Européia, Battisti chegou ao Brasil como quem chega ao paraíso.

Fica ou vai cumprir a pena na Itália, o Ministro da Justiça, primeiro a usar da palavra, disse: fica.

O STJ disse, lá atrás, que não era bem assim e iniciou um longo julgamento. Num país em que os três poderes são separados mas harmônicos, quem decide questões como essa é o Judiciário - pareceu dizer

Depois de longos meses, com empate por quatro votos, o quinto, de Minerva, foi pela extradição.

Mas, calma defensores da tese. Em seguida à decisão que a Itália aplaudiu, o mesmo STJ passou a bola para o Executivo. Ou seja, concedeu a extradição, mas disse que o cumprimento de sua decisão só existirá se o presidente Lula quiser.

Vai querer?

Lula disse que vai consultar o Ministério da Justiça

O que vale dizer, voltar ao ponto zero e continuar a "ciranda, cirandinha…"

Como o Ministro da Justiça, lá atrás, já decidiu pelo asilo político no Brasil, adivinhe qual sua resposta à consulta do presidente?

Agora, se era para voltar à estaca zero, deixando aquela sensação de que desde o início seria assim mesmo, por que perder tanto tempo julgando o que já tinha uma decisão.?

Pilatos não faria melhor. Quem quiser ver alguma mão suja, que veja a do Ministro

18

de
novembro

Golear não é preciso, ir à Copa é preciso

Quem foi que disse e qual o verdadeiro sentido de "Navegar é preciso, viver não é preciso"?.

O general romano Pompeu - 106-48 aC, que teria dito "navigare necesse; vivere non est necesse"?

Antigos navegadores, talvez já repetindo Pompeu?

Ou o poeta português Fernando Pessoa?

E qual o sentido da palavra "preciso"? Necessário ou precisão?  Necessário para alcançar outros lugares, ainda que pagando com a própria vida?  Ou precisão, por não admitir erros?

O que sei eu sobre tudo isso?

O que sei é o que meus amigos portugueses aqui do bairro estão soltando rojões e abrindo sorrido de canto a canto da boca, porque Portugal venceu hoje, por igual 1 a 0, a Sérvia, no campo inimigo, gol de Raul Meirelles e carimbou passaporte para a África do Sul.

Um a zerinho, é precisava mais?

Soltem rojões, Chico, Bento, Carlão, Pedro, Fernando …

 

18

de
novembro

Go, Tommy, go….

São os gritos das irmãs Isabel, 4,7 e Marina, 2,8 incentivando o irmão Thomas, 4,7, no primeiro treino do Colorado Rockies, que disputará a partir de janeiro a South Miami Baseball.

Como bom avô, coruja, incentivador, apaixonado por esporte, já arrumei as malas para fazer parte da torcida uniformizada, ao lado da Isabel e da Marina, nos treinos até 27 de dezembro, todas as quartas-feiras, ficando, claro, para a grande estreia, no final de janeiro.

Go, Tommy, go…

17

de
novembro

Qual? Como? Quanto?

Cedo aprendi no jornalismo que cinco "furos" não pagam uma barrigada.

Ou seja, toda notícia deve ser checada ao máximo antes de ser divulgada

E deve trazer respostas para todas aquelas seis perguntinhas que se aprende na primeira aula.

Ontem, o empresário de Petkovic, que "ressucitou" nos últimos tempos, jogando bem, é verdade, depois de longo sumiço e pouco futebol, divulgou, e noticiaram, que clubes paulistas estão louquinhos atrás do meia. Fora clubes de outros estados e de fora do país.

Quais clubes estão louquinhos? Como e quando o procuraram? Quanto oferecem?

Verdade ou blefe, por estar se aproximando a hora de novo contrato? Publicidade na faixa, cara? 

17

de
novembro

Precisamos reagir. Onde já se viu…?

A entidade Transparência Internacional, que através de pesquisas relaciona anualmente os países com maior índice de corrupção, divulga que o Brasil está em 75o lugar, tendo subido do 80o

Como os alemães não mentem, precisamos reagir com urgência. Onde já se viu perdermos para Burkina Faso, China, Suazilândia e Trinidad e Tobago?

Se é para ser o maior, seja no que for, lutemos para sermos o primeiro. 

16

de
novembro

Do fundo do oceano

Dunga vê Omã, próximo adversário da seleção brasileira,  como força emergente no futebol.

Dunga não mente.

Emergir: verbo irregular da 3a conjugação. Emergir: subir, ir à tona

No caso, ainda saindo do mais profundo do mar.

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