1
de
novembro
Quem será o próximo II?
Não foi por falta de aviso, feito nas palavras de um post dia 30. Lá, depois de contar que o Fluminense, dado, ainda, por muitos, como degolado, estava se especializando em desmanchar o prazer dos adversários. Lembra-se?
Lembrei do empate com o Inter, em dois; igual com o Goiás, e em seguida, a vitória por 1 a 0 sobre o Atlético Mineiro, todos candidatos ao título ou pelo menos a vaga na Libertadores.
Coloquei a situação e lembrei que os adversários seguintes que tinham esperança de chegar entre os quatro, eram Cruzeiro, hoje, e Fluminense, no Rio, dia 8.
A primeira resposta já foi dada. O Fluminense, depois de perder por 2 a 0, mais uma vez acordou e virou por 3 a 2 em cima do Cruzeiro, no Mineirão.
Repetirá para cima do Palmeiras?
Um desmancha prazer que dele não saboreia?


Comentário por gilberto maluf — (10:04)
Sou obrigado a reconhecer que eu, como torcedor, entendo muito pouco de tática de futebol. O que o Cuca fez ontem no segundo tempo foi para reconhecer minha petulância e arrogância, nas vezes que o critiquei como óbvio demais.
Só está faltando agora o Osvaldo de Oliveira trocar um lateral e colocar um atacante para mudar o resultado. Aà sim me calarei para sempre, rsrs.
Comentário por aquinojmde — (8:30)
Será mesmo tudo isso, Gilberto? Uma vez o Corinthians, dirigido pelo Dino Sani, virou sobre o São Paulo, treinado por Aimoré Moreira. O Corinthians tinha bom time e o São Paulo estava uma baba. Depois do jogo, no vestiário, Aimoré me disse, separado, porque tinha perdido o jogo. E me disse para ir conversar com o Dino para ver se ele sabia porque e como havia ganho. Apostou que ele não sabia. Às vezes o técnico troca um ou mais jogadores, porque o time está perdendo, fala uma porção de coisas para eles e o time acaba ganhando a prtida. Aà cada um escolhe o segredo do “nó”. rrssQuantas vezes você viu o Cuca bancar o gênio como domingo? rrss