2
de
novembro
Modéstia à parte
Jogo no time dos acham que futebol é alegria, espetáculo para quem está de fora e trabalho para quem está no campo. Vale brincadeiras entre torcedores e até entre dirigentes, desde que com respeito. Todo exagero é ruim.
Se entre torcedores, leva a agressões e até a mortes. Pagam justo por pecadores.
Se entre dirigentes, os que exageram falam por uma coletividade que não lhes deu tal permissão.
Entre esses não se inclui funcionários, pessoas remuneradas, pgas para trabalhar e não para falar pelos cotovelos, provocar.
Tenho criticado aqui com boa frequência Marco Aurélio Cunha, funcionário do São Paulo, Seu negócio é trabalhar para o clube, justificando o ue ganha, e não provocar adversários. Mesmo se apresentando, no momento em que abre a boca, como torcedor. O fato de ser empregado lhe tira tal direito, exclusivo dos torcedores.
O Corinthians tem seu Marco Aurélio Cunha, que, ao que se sabe, nem torcedor nato é. Falo do técnico Mano Menezes, apaixonado por um microfone. Recordista absoluto do tempo no ar.
E, para agradar à torcida corintiano, Menezes tem dois alvos principais. Tenha ou não razão, sempre critica as arbitragens e mira o São Paulo com sua espingarda de pressão.
Hoje ele mirou dois alvos num mesmo tiro. Insinuou que a "mala branca" enviada para o Barueri saiu do Morumbi, e disse que "o doutor Marco Aurélio Cunha está esperneando um pouco porque encontrou um pouco de inteligência do lado de cá"
O inteligente, claro, é ele próprio. Sem querer perguntar se antes de sua chegada não havia ser inteligente no Corinthians.
Modéstia à parte

