2
de
novembro
Modéstia à parte
Jogo no time dos acham que futebol é alegria, espetáculo para quem está de fora e trabalho para quem está no campo. Vale brincadeiras entre torcedores e até entre dirigentes, desde que com respeito. Todo exagero é ruim.
Se entre torcedores, leva a agressões e até a mortes. Pagam justo por pecadores.
Se entre dirigentes, os que exageram falam por uma coletividade que não lhes deu tal permissão.
Entre esses não se inclui funcionários, pessoas remuneradas, pgas para trabalhar e não para falar pelos cotovelos, provocar.
Tenho criticado aqui com boa frequência Marco Aurélio Cunha, funcionário do São Paulo, Seu negócio é trabalhar para o clube, justificando o ue ganha, e não provocar adversários. Mesmo se apresentando, no momento em que abre a boca, como torcedor. O fato de ser empregado lhe tira tal direito, exclusivo dos torcedores.
O Corinthians tem seu Marco Aurélio Cunha, que, ao que se sabe, nem torcedor nato é. Falo do técnico Mano Menezes, apaixonado por um microfone. Recordista absoluto do tempo no ar.
E, para agradar à torcida corintiano, Menezes tem dois alvos principais. Tenha ou não razão, sempre critica as arbitragens e mira o São Paulo com sua espingarda de pressão.
Hoje ele mirou dois alvos num mesmo tiro. Insinuou que a "mala branca" enviada para o Barueri saiu do Morumbi, e disse que "o doutor Marco Aurélio Cunha está esperneando um pouco porque encontrou um pouco de inteligência do lado de cá"
O inteligente, claro, é ele próprio. Sem querer perguntar se antes de sua chegada não havia ser inteligente no Corinthians.
Modéstia à parte


Comentário por gilberto maluf — (11:42)
Mas o Muricy também está chiando. E a crônica por aqui achando estranho o P do Barueri afastar dois jogadores.
E eu também, rsrs.
abs
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (12:41)
Hoje saiu no JT que um diretor do São Paulo disse que a única “mala branca” que ele conhecia era o MAC. hehehe
Comentário por Ademir Tadeu — (20:29)
Não é de hoje que o senhor Marco Aurélio fica fazendo piadas de mal gosto e gracinhas no microfone, sempre na carona da boa fase do São Paulo. Não é de hoje também que o senhor Mano Menezes perdeu aquela humildade que demonstrava quando chegou ao Corinthians. Estou largando aos poucos de assistir as entrevistas. Só tenho ouvido babozeiras e picuinhas.
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (8:01)
“Só tenho ouvido babozeiras e picuinhas.” E, claro, não se esqueça das frases feitas!
Comentário por aquinojmde — (8:10)
O Muricy reclamou da retirada dos dois jogadores que, no jogo, não fizeram falta. Falta fez o árbitro não marcar um pênalti claro a favor do Barueri e o Rogério Ceni fazer duas defesas de gol certo. De repente, Val Baiano virou Pelé e Renê Rogério Ceni. rrss.Faz parte do jogo.abrs
Comentário por aquinojmde — (8:12)
O João Paulo, diretor de futebol, deu mesmo entrevista nas rádios dizendo que o São Paulo estava mandando uma mala para Presidente Prudente e que a mala era o MAC. Todos sabem que ele falava a verdade. rrss
Comentário por aquinojmde — (8:16)
São duas malas, Ademir. Mas veja a coisa com humor e ria das piadas que eles falam (não cantam). São malas e devem ser ouvidos como tal, não como quem fala o que pode e deve. Vão além das botas. rs/abrs
Comentário por aquinojmde — (8:18)
A culpa, embora eles não pensem assim, é das diretorias, que permitem empregado falar de assunto que não lhes cabe. No fundo elas acham que os dois são garotos de desaforo. Falam o que os diretores gostariam mas se poibem. rrss
Comentário por Alexandre Giesbrecht — (10:30)
Mais de setenta anos atrás Thomaz Mazzoni já criticava os hábitos de diretorias e imprensa, que, segundo ele (e quem pode discordar?), causavam desde aquela época confusões, confrontos e brigas. E o pessoal não só não aprendeu a lição como conseguiu piorar a situação.
Comentário por Ademir Tadeu — (13:25)
Para ser mais exato, meus companheiros de blog, alguns técnicos estão parecendo “CHEFE DE ESTADO”, tipo o venezuelano (que não gosto nem de citar o nome), tamanha arrogância e prepotência em algumas entrevistas. Só está faltando aparecer na sala com seus seguranças.
Comentário por aquinojmde — (14:01)
Thomaz Mazzoni com sua caneta tinteiro escrevia coisas sábias na lauda, que um foca passava a limpo na máquina. Tem muita gente ue fala demais, agride, ofende outras pessoas, tudo achando que exerce a liberdade de impensa, que é outra coisa. E só acontece aqui porque nossa justiça, um pouco, dá de ombros para os “pequenos” delitos contidos nas palavras.
Comentário por aquinojmde — (14:05)
Alguns aparecem, Ademir, é que vão disfarçados, podes crer. Falar no venezuelano que importa papel higiênico, hoje começa a vigorar por lá a lei do banho em no máximo três minutos. Imagino como controlar esse tempo. Quem está debaixo do chuveiro e as autoridades encarregadas de cumprir a lei. rrssss
Outro dia você falou em um depoimento e eu não entendi do que se tratava. Sou meio “burro”. Você me repete, pls? abr
Comentário por gilberto maluf — (15:56)
Ze Maria, lembra quando o Thomaz Mazzoni falava nas suas crônicas que o placar de 2 x 0 era perigoso para o time que estava ganhando? ( lembrando que ele falava da possÃvel displicência dos jogadores do time que estava ganhando ).
Depois do Flu virar 3 x 2, lembrei-me de um Palmeiras x Vasco no Pacaembu, acho que 1964, fui ver o jogo. O Palmeiras depois de estar vencendo de 2 x 0, perdeu por 3 x 2, com gols de Tupãzinho e ServÃlio para o Verdão e Zezinho, Lorico e Célio para o Vasco.
Por falar em Lorico, ele era pão-duro e sempre que vinha alguém passando ele falava: Jovem, pode me dar um cigarro? Li sobre o Lorico há muitos anos na Revista do Esporte e não me esqueci. Gozado, tanta coisa importante para a gente guardar na memória e fui guardar isso.
abs
Comentário por aquinojmde — (9:25)
Costumo dizer que o placar de 2 a 0 é perigoso sim, mas para o time que está perdendo. rrss.
E lembro que as estatÃstica mostram que em 76,4% o time acaba vendendo. Desses, 48,9% por placar maior. Dos 23,6% em que o resultdo muda, 15,7% terminam empate. Os restantes, e apenas eles, é que valem como prova da tese (furadÃssima). rrss
Viu de quantos resultados que mudaram você recordou? É concorda que não ficaram na sua memória os resultados que não mudaram?
Você guardou a passagem do Lorico porque ela foi (é) importante para você. Importante pra a gente é o que fica na memória, se não fica, é porque não era importante. Veja dessa forma. rrss
Lorico só cometia um erro - fumava o ciegarro filado (pelo que entendi). Se pedisse dezenas de cigarros aos garotos e os jogasse fora, estaria fazendo um grande negócio - para a saúde deles. rs.
Tenho uma amiga que me chama de poliana. haha
Comentário por gilberto maluf — (11:27)
Puxa, estou pensando e não consigo lembrar nada de importante do Lorico, rsrs. Nem quando fazia a dupla com Paes na Portuguesa.
abs
Comentário por aquinojmde — (12:01)
Magrinho, elétrico, foi um bom jogador de meio campo. Se fumava mas não comprava, já fazia um bem ao seu bolso. Se não fumava e pegava cigarro dos garotos pra jogar fora, fez bem ao mulmão dos garotos, que podiam gastar a grana, mas não estragavam os pulmões. Onde andará Lorico? Não, não vou buscar em site algum. rrss. abrs